Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,52 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 184,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,11 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,88 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.095,20 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 185,49 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 166,62 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,05 / cx
Biosseguridade

Brasil está à frente de outros países quando o assunto é Micotoxinas

O tema será abordado no painel de Biosseguridade na produção animal no dia 23 de julho durante a AveSui EuroTier

Brasil está à frente de outros países quando o assunto é Micotoxinas

O impacto das micotoxinas dentro da saúde animal continua sendo um desafio mesmo com os controles desenvolvidos pela indústria nos últimos anos. Segundo o Professor da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, Dr. Carlos Augusto Mallmann, o primeiro aspecto da fortaleza do Brasil neste sentido é que o conhecimento sobre micotoxinas de parte das indústrias produtoras de animais já é bastante denso e profundo. “O técnico brasileiro já está acostumado com isso, já conhece o problema, tem domínio das informações e das ferramentas que são utilizadas para mitigar o problema”, afirma.

Mallmann explica que o Brasil foi um dos primeiros países  que se criou regras para o controle das micotoxinas, de uma forma voluntaria,  mas também com pressão da indústria. “Então nós estamos bem avançados nesse aspecto da proteção de dietas e esses seus impactos.  Hoje você não trabalha mais de uma forma curativa,  nós temos um grande sistema de monitoramento, grande parte da indústria brasileira monitora e sabe o risco que representam as toxinas. Então a gente está a frente de outros países neste aspecto”, pontua.

Um dos aspectos que levou o Brasil estar a frente é o clima tropical que favorece o desenvolvimento da micotoxina. Mallmann exemplifica com um case atual. “O clima esse ano  esta sendo em algumas regiões bastante favorável  as micotoxinas. No Paraná, esta sendo um ano com bastante precipitação, chuva, umidade o que é aquilo que os fungos precisam para seu desenvolvimento, seu crescimento, consequentemente no momento que acontece um estresse nós não conseguimos tirar isso da lavoura mas vamos ter seguramente, já esta aparecendo, uma contaminação maior do milho”, detalha.

Diante disso, Mallmann afirma que se faz necessário um monitoramento mais intenso. “As estatísticas já estão mostrando que a gente tem problema por vir, o produto já esta sendo estocado e já vem com a toxina do campo. Essa parte de formação de toxina na armazenagem, já não tem esse risco na região sul. Já no Centro Oeste ainda tem um déficit de armazenagem mas de uma forma geral essa toxina está se formando a campo e quando você não consegue colocar a matéria prima dentro de uma situação que ela esteja preservada adequadamente a gente vai ter micotoxinas”.

Com novos mercados disponíveis atenção deve ser redobrada

O controle das  Micotoxinas são importantes especialmente para as exportações de Commodities brasileiras. Para Mallmann com o novo acordo bilateral entre Mercosul e União Europeia as barreiras de exportação não serão mais tarifárias, mas sim técnicas, como uma medida de proteção natural. “É  necessário que a exportação, principalmente commodities se previna de uma forma mais sistemática. O Brasil já tem programa de controle de exportações de commodities em algumas empresas e em determinados momentos são detectados problemas que ainda passam por esse controle de qualidade, ou seja, não há ainda uma sistemática implementada principalmente a nível de governo, isso é feito pelas empresas para se protegerem e protegerem o seu negócio”.

Micotoxinas: riscos e custos para o agronegócio?

O Professor da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, Dr. Carlos Augusto Mallmann, tratará do tema amplamente em sua palestra no painel de Biosseguridade na produção animal no dia 23 de julho durante a AveSui EuroTier. O painel é parte do XVIII Seminário Técnico Científico.

As inscrições podem ser feitas pelo link https://www.avesui.com/credenciamento

A programação completa pode ser acessada pelo https://www.avesui.com/seminarios/temario

Feira de Negócios

Com seus 18 anos de pioneirismo na realização de parcerias, seminários técnicos, lançamentos e novos negócios, a AveSui se consolidou através dos anos como o ponto de encontro dos setores de aves, suínos e peixes da América Latina, sempre atualizada e trazendo novidades.

A AveSui EuroTier South America  acontecerá nos dias 23, 24 e 25 de Julho de 2019 na cidade de Medianeira, Paraná, no LAR Centro de Eventos,  as novidades são muitas,  tanto para expositor quanto para os  produtores e visitantes que terão a AveSui  acontecendo perto de sua casa. A visitação a feira é gratuita.

As inscrições podem ser feitas pelo site: https://www.avesui.com/credenciamento

 

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  • Milho - Indicador
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