Iniciativa faz parte das ações do projeto Internacionalização do Agro que a Confederação está desenvolvendo para alcançar novos mercados
CNA participa de missão do Mapa ao Oriente Médio

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) está na missão oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) à região do Oriente Médio para uma série de encontros estratégicos com empresários e autoridades em quatro países.
A superintendente de Relações Internacionais, Lígia Dutra, e a assessora técnica da Comissão Nacional de Aves e Suínos da Confederação, Ana Lígia Lenat, estarão na comitiva.
“Vamos acompanhar a ministra ao Oriente Médio, que é um grande mercado para o setor agropecuário. Os países são grandes importadores do agro brasileiro e temos um grande espaço para ampliar e diversificar a pauta de exportações”, afirmou Lígia.
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Segundo ela, a participação da CNA na missão faz parte das ações do projeto Internacionalização do Agro que a Confederação está desenvolvendo para alcançar novos mercados e ajudar as empresas brasileiras a exportarem.
A programação da viagem terá duração de 12 dias e começa oficialmente sábado (14). A comitiva passará pelas cidades do Cairo (Egito), Riade (Arábia Saudita), Abu Dhabi e Dubai (Emirados Árabes Unidos) e Kuwait. A pauta da ministra Tereza Cristina tratará de negócios e investimentos, além da ampliação do leque de exportações do setor agropecuário para esses destinos.
A Arábia Saudita foi o 8º principal importador do agronegócio brasileiro em 2018, e é o principal destino dos nossos produtos no Oriente Médio. O Egito está em 12º, Emirados Árabes Unidos em 15º e o Kuwait em 45º lugar.
A balança comercial do agronegócio nesse mesmo ano foi superavitária para o Brasil em relação aos quatro países, que são considerados importadores líquidos (compram mais do que exportam) de alimentos e produtos agropecuários.
O principal produto exportado foi carne de frango in natura para Arábia Saudita, Emirados Árabes e Kuwait e bovina para o Egito. Em segundo lugar vieram cereais e açúcar de cana.
A intenção do Brasil é ampliar o mercado desses países para outros produtos como lácteos, café, mel, frutas, cereais, farinhas e preparações, cacau e derivados, carnes, couro, complexo sucroalcooleiro, complexo de soja, produtos florestais e têxteis.





















