Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,91 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,48 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,42 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,40 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,91 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 147,34 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 145,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,09 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 138,33 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 157,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,16 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,17 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.342,67 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.260,96 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,69 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 138,24 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 155,14 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,24 / cx
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Bolsa de Suínos

Preços do suíno encerram ano quase 80% maiores

No fim de 2018, o quilo do animal vivo era vendido a R$ 3,20. Nesta semana, chegou a R$ 5,68

Preços do suíno encerram ano quase 80% maiores

O cenário positivo para as exportações em conjunto com o avanço do consumo de proteína animal no mercado doméstico no fim do ano resultaram nos maiores preços pagos pelo suíno vivo da história – em termos nominais, ou seja, sem descontar a inflação. Em uma comparação com o banco de dados do portal da Suinocultura Industrial, a maior valorização no ano ocorreu no Rio Grande do Sul, que é o segundo maior exportador da carne. No fim de 2018, o quilo do animal vivo era vendido a R$ 3,20. Nesta semana, contudo, chegou a R$ 5,68, em uma valorização de 77,5%. Veja os valores aqui.

Além do estado gaúcho, o estado de Santa Catarina, que é o principal produtor e exportador de carne suína no país, foi o que teve maior valorização. O quilo do animal vivo chegou a R$ 5,73 nesta semana. Comparando com o fim do ano passado, é um valor 76,8% superior. Por outro lado, apenas o Rio Grande do Sul e Santa Catarina ainda têm o quilo do suíno vivo comercializado abaixo dos R$ 6.

No Paraná, o preço do animal vivo chegou a R$ 6. No começo de dezembro, era R$ 5,70. Mas o maior valor pago pelo quilo é o de São Paulo, com a cotação de R$ 6,51. Em seguida, aparecem Minas Gerais e Goiás, onde o suíno é comercializado a R$ 6,40 o quilo. O menor preço é do Mato Grosso, com o quilo a R$ 4,77.

 

PATAMARES NUNCA VISTOS

O cenário atual de valorização do animal vivo neste fim de ano é positivo para os suinocultores. No entanto, o ano não foi inteiramente assim. Apesar de todas as projeções otimistas para 2019, o primeiro semestre não foi satisfatório em termos de preço e custo, avalia Waldomiro Ferreira Júnior, presidente da Associação Paulista dos Criadores de Suínos (APCS).

“No segundo semestre, a situação mudou e os preços atingiram patamares nunca vistos”, ressalta ele, citando que a arroba atingiu o valor de R$ 120. Apesar disso, Ferreira Júnior aponta que a rentabilidade foi prejudicada devido a altas nos preços de milho e farelo de soja. “O câmbio também prejudicou, porque grande parte dos custos são com alimentação e medicamentos, que são dolarizados”, diz.

 

AUMENTO DAS VENDAS EM DEZEMBRO

O aumento das vendas para a China e do consumo no mercado interno, influenciado pelas festas de fim de ano, ajudam os suinocultores e venderem em bons patamares de preços todo o seu rebanho.

E, de acordo com o presidente da APCS, os produtores estão aproveitando o momento. “Os suinocultores estão vendendo o máximo que podem no mês de dezembro”, conta. Como resultado, nos primeiros dias de janeiro haverá menor oferta da carne, o que combina com o consumo reduzido do período. Para Ferreira Júnior, esse ajuste de menores consumo e oferta pode afetar os preços.

 

MERCADO EXTERNO DITARÁ 2020

Mesmo com todas as projeções otimistas para 2020, o presidente da APCS pede para que o setor mantenha a cautela. Isso porque o que ditará o comportamento da suinocultura brasileira será o mercado externo. “O nível de exportação que vamos ter pode manter os preços bastante aquecidos”, comenta. Segundo ele, o Brasil exporta de 18% a 20% de toda a carne suína que produz. A expectativa é de que em 2020 se atinja algo entre 25% e 28%.

 

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Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 66,91
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,48
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,88
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,42
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,40
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,60
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
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    RS
    R$ 4,80
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  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 147,34
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 145,93
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  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 166,52
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  • Ovo Vermelho - Regional
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    R$ 169,09
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  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 138,33
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 157,91
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,16
    kg
  • Frango - Indicador
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    R$ 7,17
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    PR
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    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.260,96
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 169,69
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 138,24
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 155,14
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 167,24
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