Conhecimento sobre eficiência e segurança alimentar da suinocultura brasileira pode contribuir para popularização da proteína no mercado interno
Setor produtivo busca aproximação com consumidor para promover carne suína

Preferência mundial entre as proteínas, a carne suína tem encontrado cada vez mais espaço na mesa do brasileiro. Segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em 2015, o índice de consumo per capita no país subiu 2,5%, entretanto, segue atrás da carne bovina e de frango.
Enquanto na China e na União Europeia o consumo per capita de carne suína chega a 39 kg e 25 kg por ano, respectivamente, no Brasil, não passa de 15kg/ano. A receita para seguir conquistando a preferência interna, segundo a Expedição Suinocultura, está na aproximação com o público final.
“O consumidor urbano está distanciado da realidade da produção rural e é muito importante que exista o contato para expandir o conhecimento sobre a maneira como se produz um alimento de qualidade, quais são as condições necessárias para se alcançar o padrão exigido tanto em nível nacional como internacional”, destacou o diretor de mercados e feiras da Secretaria Municipal de Abastecimento (SMAB) de Curitiba, Nivaldo Guimarães Vasconcellos, durante evento gastronômico promovido pela Expedição Suinocultura no sábado (26), em Curitiba.
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O espaço recebe, em média, 15 mil pessoas durante o final de semana. O projeto, que fez um levantamento técnico-jornalístico da atividade no país e percorreu os principais estados produtores (Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais), encerrou os roteiros de campo mirando o consumidor final.
“Escolhemos o Mercado Municipal como palco por ser um espaço tradicional da feira e da gastronomia paranaense, e porque precisamos quebrar paradigmas. O brasileiro precisa dar uma nova chance à carne suína e se surpreender com o sabor e a segurança alimentar oferecida pela proteína”, destacou o coordenador da Expedição Suinocultura, Giovani Ferreira. Também participaram do evento o presidente do Instituto Emater, Rubens Niederheitmann, e o diretor do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Orlando Pessuti.





















