Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 63,45 / kg
Soja - Indicador PRR$ 127,64 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 133,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,60 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,27 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,87 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,66 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,00 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,08 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 142,37 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 150,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 153,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 162,45 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 135,40 / cx
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Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.366,65 / t
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Balança tem primeiro superávit mensal de 2015

Saldo do País em março é de US$ 458 milhões. O acumulado do ano é de US$ 5,557 bi negativo.

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Balança tem primeiro superávit mensal de 2015

A balança comercial brasileira registrou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 458 milhões em março. É o primeiro saldo positivo mensal este ano. Com isso, o saldo acumulado pela balança em 2015 está negativo em US$ 5,557 bilhões. No mesmo período do ano passado, o déficit alcançou US$ 6,078 bilhões. O saldo positivo de março corresponde a US$ 16,979 bilhões em exportações e US$ 16,521 bilhões em importações.

Os dados foram divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Como caíram as exportações de dois ou três grupos de produtos negociados, o superávit pode ser atribuído mais à queda das importações que às vendas do Brasil para o exterior.

A média diária (volume financeiro por dia útil) das exportações atingiu US$ 771,8 milhões, com queda de 16,8% na comparação com março de 2014. A retração foi puxada pelos produtos básicos, que, sozinhos, registraram redução de 29,7% na média diária. As causas foram, principalmente, o minério de ferro, petróleo bruto, carne bovina e de frango, soja e milho em grão.

Para os produtos manufaturados, a retração chegou a 6,1%, causada por aviões, açúcar refinado, pneumáticos, autopeças, bombas e compressores, máquinas para terraplanagem, motores para veículos, motores, geradores e polímeros plásticos.

O faturamento com os itens semimanufaturados foi o único a crescer, com alta de 8,8% na média diária. Contribuíram para esse crescimento ferro fundido, ouro, açúcar bruto, ligas de ferro, madeira, celulose e catodos de cobre.

Importações

Nas importações, a média negociada em março registrou US$ 751 milhões, com queda de 18,5% em relação a março de 2014. Houve recuo nos gastos com combustíveis e lubrificantes (28%), matérias-primas e intermediários (18,8%), bens de capital (16,3%) e bens de consumo (13,7%).

Para Herlon Brandão, diretor de Estatística e Apoio à Exportação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ainda não se pode atribuir o recuo do volume de importações ao dólar mais alto.

“Não é imediato esse efeito. As importações de bens de capital e matérias-primas estão caindo há algum tempo e também houve queda nos combustíveis.”

No primeiro trimestre, as compras brasileiras de bens de capital e matéria-prima recuaram, respectivamente, 10,9% e 10%. Trata-se de bens usados como meios de produção e insumos para a indústria, que está desaquecida. Já as compras brasileiras de combustíveis e lubrificantes recuaram 53,4% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2014.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior espera que a balança comercial feche o ano com superávit, mas não projeta números. Segundo estimativa divulgada pelo Banco Central na última semana, o fechamento será positivo em US$ 4 bilhões.

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