A doença está associada com o circovírus suíno (PCV), existem dois tipos de soros: 1 e 2.
Síndrome de emagrecimento do leitão

A doença da síndrome de emagrecimento do leitão traz grandes prejuízos para a suinocultura. A doença está associada com o circovírus suíno (PCV), existem dois tipos de soros: 1 e 2, porém somente o tipo 2 demonstrou provocar a doença.
Os sintomas apresentados pela doença que tem progressão lenta, porém taxa de mortalidade alta são: perda de peso, cerdas áspera, pele pálida e por vezes ictérica, sintomas respiratórios, diarreia e até mesmo a morte súbita.
Dentre os fatores predisponentes ao aparecimento da doença temos, o manejo inadequado, a mistura dos animais, o estresse, a produção contínua e a elevada densidade animal. E ainda, as fezes infectadas, o vestuário, o equipamento, tratores, sêmen de varrascos e possivelmente aves e roedores são vectores do vírus.
Leia também no Agrimídia:
- •Suíno vivo acumula queda histórica de 32,8% em 2026 e atinge menor patamar da série iniciada em 2002
- •Preços de suínos caem no Reino Unido com avanço da produção e pressão nos custos
- •Produção suína na Alemanha cobra €200 milhões por ano para cumprir novas regras de bem-estar animal
- •Rebanho suíno no Brasil avança e pode chegar a 53 milhões de cabeças até 2030
Os exames sorológicos não são a melhor opção de diagnóstico, uma vez que os sinais clínicos não são específicos, dessa forma, é necessário fazer o exame pós-morte das lesões da doença nos tecidos como, pulmões, baço e fígado.




















