Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Mercado Interno

Alta no preço da carne não é sazonal, afirma coordenador do Ibre/FGV

Mauro Lopes diz que alta reflete também nas cotações internacionais do milho.

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Alta no preço da carne não é sazonal, afirma coordenador do Ibre/FGV

A alta nos preços da carne não é sazonal, assim como a inflação dos alimentos, segundo avaliação do coordenador de Projetos do Centro de Estudos Agrícolas da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), Mauro Lopes. Conforme o coordenador, “a carne, principalmente a bovina, vem mostrando há tempos que está subindo”, disse ele durante o Fórum Estadão – Brasil Competitivo: “A Sustentabilidade do Campo II”, na quinta-feira (10/4), rebatendo afirmações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o movimento de alta nos preços das proteínas é temporário.

Lopes atribui a pressão de alta da carne bovina ao aumento da renda do brasileiro, com programas de transferência de renda e reajustes do salário mínimo. “Tem essa pressão e a melhor coisa que se pode fazer é o governo não atrapalhar. Mas nós estamos vivendo, sim, pressão de alimentos”, afirmou.

O professor afirmou, ainda, que os preços das proteínas acabam refletindo as altas das cotações do milho na Bolsa de Chicago. O grão é o principal componente da alimentação de suínos, aves e bois de confinamento. “A cada 10% de alta do milho em Chicago, calcula-se que haja uma elevação de 5% no preço no mercado interno”, estimou. Lopes afirmou que o preço de US$ 5 por bushel de milho, atualmente observado na Bolsa de Chicago, “é elevado”.

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