Chuva que atinge as lavouras encarece custo do cultivo da soja. Agricultor precisa investir tempo e dinheiro para secar o produto.
Em MT, excesso de umidade atrasa processamento da soja

Todas as máquinas do agricultor Jaime Farinon estão no campo, ele aproveita os dias de sol para colher a soja na propriedade que fica em Sinop, norte de Mato Grosso.
Na hora de secar os grãos, um equipamento que tem capacidade para secar aproximadamente 120 toneladas de soja por hora, só consegue fazer isso quando o grão chega com 18% em média de umidade. Agora, por causa do excesso, a capacidade do secador está reduzida para 30 toneladas por hora.
Em aproximadamente 10 quilos de soja, com teor de umidade entre 20% e 25%, depois de passar cinco horas pelo secador, os grãos perderam volume por causa da perda do excesso de água. “A soja com umidade gera diversos fatores negativos para o produtor, principalmente o aumento com custo do frete, por causa da necessidade de transportar a soja até o secador, e a grande possibilidade da soja apodrecer no campo”, explica o gerente de cooperativa Nilson Roque.
Leia também no Agrimídia:
- •Paraná exporta frango para 150 mercados internacional e lidera diversificação de destinos
- •Aporte de US$1 bilhão pode levar Global Eggs a um dos maiores IPOs da B3
- •Sem luz na infância, hoje à frente de um império de R$ 2,4 bilhões: a mulher que comanda gigante da carne suína em Santa Catarina
- •Fórum Estadual de Influenza Aviária reúne setor avícola para discutir prevenção e biosseguridade no RS
Além do aumento de custo para o produtor, o excesso de umidade dos grãos também prejudica os caminhoneiros. Eles ficam mais tempo na fila para descarregar a soja e acabam pegando um número menor de fretes.





















