Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 151,92 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,39 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,88 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 146,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 136,13 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,67 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Suinocultores de MT querem criação de preço do milho e reforço no estoque

Produtores de suínos dizem que custos estão altos por causa de crise. Cadeia da carne consome cerca de 4 milhões de toneladas.

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Suinocultores de MT querem criação de preço do milho e reforço no estoque

Os produtores de suínos de Mato Grosso querem que a garantia do preço mínimo e reforço nos estoques de milho amenizem os prejuízos deixados pela crise no setor. O preço mínimo para a venda do quilo vivo deveria ser de R$ 2,50 para cobrir os gastos de produção.

Outra reivindicação é que a a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reforce os estoques de milho para atender a cadeia da carne, que consome por ano cerca de 4 milhões de toneladas. “A Conab não tem estoque de passagem, chegando a apenas 100 mil toneladas que já estão designadas para os estados do Nordeste e Sul do país”, pontua o diretor  da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Custódio Rodrigues.

As medidas reivindicadas para a suinocultura mato-grossense visam cobrir os estragos deixados pela crise que ocorreu no ano passado, quando os custos de produção ficaram maiores que o preço pago pelo quilo do suíno vivo. A situação fez com que produtores buscassem empréstimos bancários ou rendimento de outras culturas, como a soja, para continuar na atividade.
 
É o caso do suinocultor Alcindo Uggeri, dono de oito galpões com cerca de 4,5 mil suínos, em Nova Mutum, município localizado a 269 quilômetros de Cuiabá. Ele conta está aliviado porque o preço pago pela carne está acima do que gasta para produzir. “Teve época em que vendemos nossos animais entre R$ 1,75 e R$ 1,80 o quilo, quando tínhamos o custo da ração a R$ 2,10 ou R$ 2,20”, conta.

Ele é um dos 14 criadores que há 23 anos se organizaram para montar uma cooperativa de suínos em Nova Mutum. Diante de uma crise como a do ano passado, fica difícil para os cooperados desistirem da atividade por causa dos altos investimentos feitos ao longo do tempo. Mas o presidente da cooperativa acredita que a fase já é de recuperação. ” A expectativa é que o preço do suíno aumente e o custo de produção fique estável”, presidente da Copermutum, Valdomir Ottonelli.

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