Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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A nova cara da energia solar fotovoltaica no Brasil – Por Marco Aurélio Gimenez

Conheça a opinião do diretor comercial da Anauger sobre o tema.

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A nova cara da energia solar fotovoltaica no Brasil – Por Marco Aurélio Gimenez

Por Marco Aurélio Gimenez*

A energia solar fotovoltaica coloca-se hoje como uma alternativa de qualidade, com tecnologia consolidada e relativamente simples à inserção da eletricidade em áreas que possuem dificuldade em serem atendidas pelas concessionárias que realizam a distribuição convencional de energia elétrica. Captar os raios solares e os armazenar permite a utilização de equipamentos e promoção de melhoria na qualidade de vida de muitas pessoas.

A geração de energia elétrica através de células fotovoltaicas já contribui, mesmo que de forma tímida, para a democratização do acesso à eletricidade. Segundo pesquisas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a evolução desse setor ainda esbarra em alguns quesitos como, por exemplo, alto custo da tecnologia fotovoltaica, que acaba impossibilitando que as pessoas percebam os benefícios da utilização desta fonte limpa e renovável em um País com condições favoráveis de irradiação solar. Porém, atualmente, alguns projetos como, por exemplo, o Programa de Desenvolvimento Energético de Estados e Municípios (PRODEEM) e Luz Para Todos são iniciativas geradas pelo Governo Federal, visando atender as necessidades energéticas de comunidades rurais, utilizando, para isso, sistemas fotovoltaicos que geram energia sem agredir o meio ambiente e com baixo custo fixo.

Os sistemas fotovoltaicos deixaram de ser apenas artefatos para aquecimento domiciliar e de água, passando a serem geradores competentes de energia elétrica e iluminação para residências, áreas industriais e comerciais. Inclusive sistemas de bombeamento de água dos lençóis freáticos tem se mostrado muito eficientes, unidos a este sistema, promovendo a captação de recursos hídricos com baixo custo e nenhuma agressão ao meio ambiente.

Esta tecnologia é composta por painéis fotovoltaicos, constituídos por células de silício, material que é encontrado em abundância na natureza e é largamente utilizado na indústria eletrônica , capaz de transformar luminosidade em eletricidade. Seu custo benefício acaba compensando pelo fato de o sistema possuir vida útil longa, não exigindo manutenção específica. Segundo estudos da Universidade Estadual Paulista (UNESP), a economia gerada na conta de luz, com a adoção de sistemas fotovoltaicos, chega até 40%. Além deste benefício, trata-se de uma fonte de energia limpa e responsável.

Entre os benefícios que a implantação de captação e utilização de energia usando painéis fotovoltaicos está a geração e distribuição de riqueza socioeconômica, o desenvolvimento do parque industrial do País, o tornando competitivo internacionalmente e gerando empregos de alto nível, além de aproveitar um recurso abundante em um país privilegiado com irradiação solar intensa em todo o ano. Em Países da Europa, China e Japão, onde este tipo de energia é comum, já existem residências cobertas com os painéis fotovoltaicos. Estes painéis são ligados à rede elétrica, e além de fornecerem energia limpa com custo zero, a energia excedente é enviada às concessionárias, que pagam aos moradores por ela, transformando a tecnologia também em fonte de renda.

Muitos passos foram dados com relação ao assunto por conta do número de informações geradas a cerca do tema, estudos que vem sendo realizados em universidades, abordagem da mídia e alguns consumidores que já puderam testar esse tipo de benefício. No entanto, ainda estamos diante de alguns contratempos, como as pessoas acreditarem no retorno rápido financeiro desse tipo de sistema e também na própria mudança cultural. Existem tabus e eles precisam ser desmistificados. É necessário ainda que as pessoas possam continuamente disseminar o tema e falar sobre o assunto inúmeras vezes.

* Marco Aurélio Gimenez é diretor comercial da Indústria de Motores Anauger.

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