Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,41 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,85 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 201,42 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 202,23 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,47 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.107,94 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,54 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 198,59 / cx
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Boehringer Ingelheim promove palestra sobre Custos de Produção de suínos em Quebec

Especialista afirma que “Toda a competitividade dos EUA tem base nos custos de alimentação”.

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Boehringer Ingelheim promove palestra sobre Custos de Produção de suínos em Quebec

O especialista em custos de produção Michel Morin, do Centro de Desenvolvimento da Suinocultura de Quebéc apresentou um completo estudo comparativo entre os principais fatores dos custos de produção nos Canadá, EUA e América Latina que juntos representam 66 % do total de exportações mundiais. No Canadá foram avaliados dados das províncias de Québec, Ontario e Manitoba. Nos EUA foram reunidos dados das regiões produtoras de Iowa e Minnesota. Já na América latina foram comparados dados do Brasil, Chile e México. A palestra fez parte da programação do Workshop “Quebrando o Gelo” promovido pela Genetiporc com o apoio da Vetanco, Mig Plus e Boehringer Ingelheim no Hotel Palace Royal em Quebec – Canadá. Participaram do encontro um grupo formado por cerca de 40 representantes de agrondústrias, cooperativas, consultores técnicos e produtoresde suínos do PR, MG, MS, SC e RS.

Mauro Donin, Consultor Técnico da Boehringer Ingelheim destacou a importância dos dados e conclusões apresentadas pelo especialista, que surpreendeu os participantes ” Através das informações do Morin sobre as diferenças e semelhanças entre os custos de produção pudemos observar as vantagens competitivas e que o Brasil está bem posicionado com boas perspectivas. Tanto no aspecto do impacto da nutrição no custo de produção quando no fator prevenção e sanidade do rebanho na lucratividade” destacou Donin.

Morin se diz surpreso com os custos de produção da América do Sul que são melhores do que o previsto, podem ser comparados a Quebéc, que tem o maior peso de abate depois do EUA, mas que continuam atrás do país Norte Americano, líder em melhor custo de produção. No ranking o Chile foi o grande vencedor no compartivo mais carne por suíno/ano com a maaior produtividade, mais de 26 leitões / fêmea. O status sanitário alto e forte integração com peso médio final de 93,6 kg . Os EUA em segundo lugar com maior peso médio de abate de todas as regiões 98,7 kg.

Brasil e Quebéc

No comparativo do custo da alimentação apresentados por Morin os números são menos favoráveis para a América Latina e Québec e sem sombra de dúvidas os EUA é o competidor dominante quando o quesito são os custos com a alimentação. Apenas agumas regiões do Canadá que ficam próximas do chamado Cinturão do Milho é que conseguem custos semelhantes. “Toda a competitividade dos EUA tem base nos custos de alimentação”.

Na visão do especialista os competidores e devem focar em melhorar os custos com alimentação que hoje estão entre 60 a 70% dos custos, avaliando e melhorando o desempenho do rebanho através do custos dos ingrediente alternativos, para isso é preciso capacidade de mudar as receitas, incluindo outros ingredientes na dieta do rebanho. “Outras prioridades para melhorar essa competitividade são : apostar na gestão de riscos, obter mais quilos por porca, mais leitões desmamados/porca/ano e maior peso de abate. Embora saibamos que nem sempre isso é fácil de fazer na nutrição, por isso é preciso melhorar a saúde do rebanho, aumentando a proteção” alerta Morin.

Entre as estratégias de redução de custos utilizados nas Américas, nem sempre com sucesso, destaca Morin estão a ênfase no custo da ração. “Os produtores precisam de melhores ajustes nos alimentadores, com menor desperdício de ração e com investimento em equipamentos melhores”. Além disso Morin chama a atenção para a necessidade de reavaliações semanais, ou com base no peso ideal dos lotes antes da venda, para a tomada da decisão sobre o momento da venda.

No quesito sanidade Morin chamou a atenção para custos com a prevenção da PRRS estimada entre 500 e 700 milhões de dólares/ano nos EUA, contra 130 milhões no Canadá que conta com controle da PRRS local ou através de projetos de erradicação em muitos estados e, a partir de algumas províncias. Em relação ao Circovírus Morin citou que no Brasil, as perdas estimadas são R$1,90 a R$5,20 por animal e que a melhor alternativa é a vacinação generalizada na maioria das regiões das Américas.

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  • Milho - Indicador
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