Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 62,97 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,24 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,22 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,79 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,91 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 165,77 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 165,54 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 184,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 154,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 175,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,33 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.374,06 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.325,40 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 185,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 159,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 155,30 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 173,67 / cx
Destaque Todas Páginas
Código Florestal

Defesa de MP divorcia Mendes Ribeiro de ruralistas

Além do ministro da Agricultura, presidente escala os titulares do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e das Cidades para defender a Medida Provisória do Código Florestal.

Compartilhar essa notícia

O governo reuniu ontem uma tropa choque ministerial para defender a Medida Provisória 571, que altera o Código Florestal. Com um discurso afinado, os ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; da Agricultura, Mendes Ribeiro; do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas; e das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, foram escalados para resguardar a medida em uma audiência pública na comissão mista, deixando claro que a presidente Dilma Rousseff não está inclinada a negociar a maior parte das 696 emendas apresentadas.

A bancada ruralista perdeu o apoio até mesmo de Mendes Ribeiro. Ontem, durante a audiência, o ministro da Agricultura se posicionou contra os argumentos dos ruralistas e defendeu a MP. “A segurança jurídica foi restabelecida ao produtor. A medida provisória cobriu várias lacunas, pois a segurança jurídica era a principal preocupação”, afirmou.

Além dos ministros, foram convidados o advogado-geral da União, Luís Inácio Lucena Adams; e os presidentes da Embrapa, Pedro Arraes, e da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Guillo. Todos eles também defenderam a MP. Adams disse que o texto do governo “acaba com a insegurança jurídica no campo”. Durante a sua explicação, ele foi derrubando os argumentos de inconstitucionalidade usados por deputados contra a MP. Segundo ele, o novo código florestal é um avanço se comparado com a legislação atual.

O ministro Pepe Vargas afirmou que o Poder Executivo reconheceu o trabalho feito pelo Congresso, mas que mudanças foram feitas pelo governo “ouvindo a sociedade”. “O governo procurou produzir aperfeiçoamentos no texto. Não havia mais a possibilidade de modificá-lo por razões regimentais. Então o Poder Executivo criou textos e recuperou alguns trechos e vetou algumas matérias que continham inconstitucionalidade ou por razões de mérito”, disse Vargas. “A maior parte do texto foi sancionada, o que demonstra o respeito ao trabalho da Câmara e do Congresso”, disse.

A MP foi publicada em maio para cobrir lacunas deixadas por vetos da presidente Dilma Rousseff no novo Código Florestal. Ao todo, são 32 alterações, das quais 14 se referem a partes resgatadas do texto aprovado pelo Senado e depois modificado pelos deputados.

O relator na comissão mista, senador Luiz Henrique (PMDB-SC), diz que pretende construir um relatório que seja fruto de “diálogo” e “entendimento”, mas precisará satisfazer alguns interesses que motivaram a apresentação de 696 emendas à MP. O senador deve apresentar seu parecer no dia 4 de julho e a previsão é que o texto seja votado pelo colegiado até o dia 10 de julho.

Ele considerou corretos os vetos presidenciais e as modificações propostas. “São ajustes que ampliam a proteção aos pequenos agricultores e permitem preservar o meio ambiente sem prejudicar a produção”, disse. “Vamos buscar um texto que permita uma rápida aprovação pelo Congresso”, completou. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, foi a mais incisiva em sua argumentação e elevou o tom de voz duas vezes para não ser interrompida por parlamentares. Em sua fala, disse que a decisão do governo é de “bom senso”. “A proposta foi de bom senso, de equilíbrio e respeitou a três premissas, proteção do meio ambiente, produção sustentável e responsabilidade social”, declarou.

Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 62,97
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,68
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 129,24
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,47
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,22
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,86
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,62
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,79
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 4,91
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 165,77
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 165,54
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 183,12
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 184,63
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 154,11
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 175,57
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,33
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,34
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.374,06
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.325,40
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 185,17
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 159,83
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 155,30
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 173,67
    cx

Relacionados

SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327