Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Trabalho

Diversificação da mão de obra sustenta avanço da avicultura e suinocultura no ES

Setor recorre a trabalhadores de outros estados e países para enfrentar escassez no campo

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Diversificação da mão de obra sustenta avanço da avicultura e suinocultura no ES

A avicultura e a suinocultura do Espírito Santo vêm passando por mudanças relevantes nos últimos anos, principalmente na composição da mão de obra. Diante da dificuldade de encontrar trabalhadores nas áreas rurais, produtores e indústrias têm buscado alternativas para manter o ritmo de produção, incluindo a contratação de profissionais de outras regiões do Brasil e também do exterior.

Levantamento feito pela AVES e pela ASES junto aos associados mostra que o perfil dos trabalhadores do setor está cada vez mais diversificado. Atualmente, cerca de 8% da mão de obra é formada por pessoas vindas de outros estados brasileiros.

Entre esses trabalhadores, a Bahia aparece como principal origem, concentrando 26% desse grupo. Na sequência estão Minas Gerais, com 7%, Rio de Janeiro, com 4%, e São Paulo e Pará, ambos com 2,5%. No total, profissionais de 18 estados atuam hoje nas cadeias produtivas de aves e suínos capixabas.

MERCADO DE TRABALHO

A presença de trabalhadores estrangeiros também tem crescido. Embora essa participação fosse pouco expressiva até pouco tempo, atualmente já representa quase 2% dos empregos no setor. A maioria desses profissionais é formada por venezuelanos, que correspondem a 82% do total. Também há trabalhadores cubanos, bolivianos e tunisianos.

Em algumas propriedades e agroindústrias, a participação de estrangeiros pode chegar a até 20% da força de trabalho, refletindo a necessidade de recomposição de equipes diante da escassez de mão de obra local.

A dificuldade de reposição de trabalhadores no campo é observada em várias regiões do país e está ligada a fatores como mudanças no perfil da população, migração para áreas urbanas e questões sociais. Nesse cenário, a contratação de profissionais de diferentes origens tem sido fundamental para garantir a continuidade das atividades produtivas.

Segundo as entidades do setor, esse processo ocorre dentro das normas da legislação trabalhista brasileira, assegurando direitos e condições adequadas de trabalho. Também há preocupação com a integração desses profissionais, buscando um ambiente produtivo equilibrado e respeitoso, além da necessidade de políticas públicas que favoreçam a convivência com as comunidades locais.

Além de atender a uma demanda do setor, muitos desses trabalhadores chegam ao Espírito Santo em busca de oportunidades de emprego e melhores condições de vida.

Fonte: AVES/ASES

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