Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
Destaque Todas Páginas
Geral

Uma em cada oito pessoas passa fome no mundo, aponta FAO

A FAO estima que 870 milhões de pessoas passavam fome entre 2010 e 2012.

Compartilhar essa notícia

Uma em cada oito pessoas no mundo sofre de subnutrição crônica, revelou a Organização de Alimentação e Agricultura da ONU (FAO, na sigla em inglês). A maioria dos famintos – ou 852 milhões de pessoas – estão em países em desenvolvimento, enquanto 16 milhões de pessoas sofrem com a subnutrição nos países desenvolvidos.

A FAO estima que 870 milhões de pessoas passavam fome entre 2010 e 2012, representando 12,5% da população mundial. Apesar de o número global de famintos ter diminuído em 132 milhões entre 1990-92 e 2010-12, ou de 18,6% para 12,5% da população mundial, esse contingente “permanece inaceitavelmente alto”, destacou o organismo no documento “O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2012”.

Ao mesmo tempo, o resultado sugere progresso na redução da fome, ocorrendo de uma forma mais pronunciada do que o pensado inicialmente. “O forte crescimento econômico vai ser um componente essencial para a redução da fome de maneira sustentável e bem-sucedida”, apontou a FAO. “Na verdade, regiões que tiveram expansão mais rápida testemunharam reduções mais aceleradas na fome”, complementou.

A FAO lembra, contudo, que o crescimento econômico, entre outros pontos, deve envolver e alcançar os mais pobres por meio de mais empregos e de outras oportunidades de geração de renda. Aponta também a importância da agricultura, especialmente em países de baixa renda, para reduzir a pobreza e, consequentemente, a fome.

De qualquer forma, o organismo da ONU para a alimentação avalia como possível alcançar a Meta do Milênio de reduzir pela metade o percentual de pessoas sofrendo de fome crônica até 2015, se forem tomadas medidas apropriadas para reverter a desaceleração econômica vista desde 2007-2008.

Assuntos Relacionados FAO
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343