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Má tradução é novo descompasso na relação com a Rússia

Último “descompasso” está em curso com uma má tradução para o russo do relatório preparado pelo Mapa respondendo às queixas russas sobre não conformidades em plantas exportadoras brasileiras.

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O embargo imposto pela Rússia à entrada de carnes provenientes de 85 unidades frigoríficas dos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso foi facilitado por uma sucessão de “descompassos” no âmbito das relações entre Rússia e Brasil.

O último “descompasso”, na linguagem diplomática, está em curso com uma má tradução para o russo do relatório preparado pelo Ministério da Agricultura respondendo às queixas russas sobre não conformidades em plantas exportadoras brasileiros. A expectativa é de que seja possível resolver o problema quando o documento chegar ao russos. O Ministério da Agricultura anunciou o envio do documento na terça. Mas o Valor apurou que, quando o texto chegou a Moscou, representantes brasileiros teriam constatado a má tradução. Um diplomata na capital russa disse ontem que “o documento existe”. Uma parte incompleta do relatório estava pronta em Moscou, mas a outra continuava sendo retraduzida em Brasília.

“É incrível, mas o documento talvez só chegue aos russos na segunda-feira, quase seis dias depois e com o embargo em vigor”, diz uma fonte próxima das discussões. O ministro da agricultura, Wagner Rossi, disse na terça que o Brasil atendera a “todos os pontos” de “não conformidades” apontados por uma missão veterinária russa em 85 plantas de carnes brasileiras. Na ocasião, Rossi afirmou ter pedido para adiar o embargo, mas os russos não responderam.

Uma missão veterinária da Rússia inspecionou estabelecimentos frigoríficos no Brasil em abril. Em Moscou, a missão fez à embaixada brasileira um relato “genérico” sobre as não conformidades detectadas, levando em conta os padrões russos muito mais duros do que a média internacional.

No dia 10 de maio, o Ministério da Agricultura respondeu aos russos e ficou aguardando o relatório detalhado. Mas o documento nunca chegou as mãos do governo brasileiro. Um diplomata diz que os russos entregaram o relatório diretamente para um representante dos frigoríficos brasileiros. Já um representante do setor privado diz que os russos nunca entregaram o documento a ninguém.

Em 18 de maio, durante a visita do vice-presidente Michel Temer a Moscou, mesmo sem texto detalhado em mãos, negociadores dos dois países admitiram que havia o que ser feito no Brasil. E definiram um plano de ação do Brasil.

Foi quando se deu o pior “descompasso”: no dia 1º de junho, o governo russo “surpreendeu” o Brasil com o anuncio do embargo às carnes dos três Estados.

A primeira reação brasileiros foi insinuar que a Rússia estaria retaliando pelo fato de o Brasil exigir de Moscou melhores concessões para suas exportações de carnes, em troca do apoio para a entrada do país na Organização Mundial do Comércio (OMC).

Temer enviou carta ao governo russo pedindo a suspensão do embargo e propondo discussões “mais abrangentes cobrindo tudo” no comércio bilateral de carnes. Ainda não houve resposta.

Os exportadores brasileiros de carne suína desistiram de pedir à Rússia que mude seu sistema de cotas de importação do produto, o que poderia facilitar um acordo entre os dois países. No entanto, fontes brasileiras dizem que as concessões que estão sendo negociadas com a Rússia na OMC envolvem mais que o setor de suínos. O Brasil negocia melhor acesso para aves e bovinos.

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