Empresas exportadoras catarinenses estão preocupadas com a situação da Comunidade Europeia, um dos mais sólidos mercados mundiais.
Crise inibe exportações

Empresas exportadoras catarinenses estão preocupadas com a situação da Comunidade Europeia, um dos mais sólidos mercados mundiais. Enquanto a Grécia segue com elevado risco de moratória, duas grandes economias do continente, a Alemanha e a França, estão crescendo menos do que o esperado. Outros países que integram os PIIGs (Portugal, Irlanda Itália, Grécia e Espanha), também enfrentam profunda crise. O impacto da Europa, mais a recessão no Japão e o crescimento aquém do estimado nos EUA, acendem uma luz amarela para a economia brasileira. Isto porque o país não consegue ampliar muito as exportações de manufaturados, devido ao dólar baixo, ao mesmo tempo em que o Banco Central deve manter os juros altos para conter a inflação.
Entre os produtos mais exportados pelo Estado à Europa estão motores elétricos, compressores, autopeças, móveis de madeira, cerâmicas, têxteis e carnes. A crise preocupa especialmente os setores de carnes de frango e suíno que enfrentam barreiras não-sanitárias para ampliar vendas porque o agronegócio europeu procura defender seu mercado.
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