Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,36 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,88 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,71 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,97 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,36 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 155,96 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,28 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,63 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,62 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,62 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.356,88 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.299,34 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,05 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 154,29 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 159,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 175,60 / cx
Destaque Todas Páginas
Economia

Índice de preços de alimentos da FAO acumula ganhos de 26% em 12 meses

Depois de registrar uma forte queda em julho, os cereais ficaram 2,2% mais caros e passaram a acumular uma alta de 36% desde agosto de 2010. As carnes ficaram 1% mais caras no mercado internacional.

Compartilhar essa notícia

Ainda que muito pouco, os preços médios internacionais dos alimentos recuaram pelo segundo mês seguido em agosto, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). O índice de preços da entidade ficou em 231 pontos, 0,43% abaixo da média de julho. No entanto, o indicador acumula alta de 26% nos últimos 12 meses e está apenas 2,94% abaixo do recorde atingido em fevereiro passado.

Apesar da aparente estabilidade, o comportamento dos preços não foi homogêneo. Depois de registrar uma forte queda em julho, os cereais ficaram 2,2% mais caros e passaram a acumular uma alta de 36% desde agosto de 2010. Só as cotações do trigo avançaram 9% no último mês, impulsionadas pela forte demanda para a produção de rações e pelo aperto nos estoques.

Segundo a FAO, a pressão “reflete o fato de que o aumento de produção esperado não será suficiente para compensar o acréscimo de demanda, de modo que os estoques vão continuar pequenos e os preços seguirão elevados e voláteis”. O órgão estima que a produção mundial de cereais vai crescer 3% em 2011, mas o volume previsto ontem é quase 6 milhões de toneladas inferior ao estimado em julho. A FAO mostrou-se especialmente preocupada com a oferta de milho, depois que as lavouras dos EUA foram assoladas por uma forte estiagem entre julho e agosto.

Na média, as carnes ficaram 1% mais caras no mercado internacional, acompanhando a tendência dos cereais. Embora os preços das aves tenham registrado forte queda, a carne bovina voltou a subir e atingiu novas máximas no mês.

Esses aumentos foram compensados pela queda das demais commodities monitoradas pelo índice, com destaque para os óleos de cozinha e os produtos lácteos. Os preços do primeiro grupo caíram 2,78%, embora ainda se mantenham 27% acima do nível observado há um ano. Já os lácteos recuaram 3,07%, em parte influenciados pela valorização do dólar neozelandês. O açúcar também perdeu fôlego, recuando 2% em relação a julho. A queda, aponta a FAO, reflete o otimismo em relação à produção de Europa, Índia e Tailândia, apesar das frustrações com o Brasil. Apesar disso, o adoçante acumula valorização de 50% em 12 meses.

No fronte doméstico, dois indicadores divulgados ontem apontam para a manutenção das pressões sobre os alimentos. O IqPR, índice de preços recebidos pelos produtores de São Paulo, pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), encerrou agosto com variação positiva de 1,77%. A alta foi puxada pelas cotações no grupo formado pelos produtos de origem animal, que, em média, subiu 5,64%. Já os produtos de origem vegetal avançaram 0,33%, na média. Com o resultado de agosto, o IqPR passou a acumular valorização de 28,1% nos últimos 12 meses.

Já o Índice Ceagesp, que acompanha os preços de uma cesta de mais de 100 produtos e serve de referência para as oscilações agrícolas no atacado de São Paulo, subiu 3,38% em agosto. Dos grupos pesquisados, subiram os pescados, os legumes e as frutas, por questões sazonais relacionadas ao consumo ou problemas provocados pelo clima. As verduras ficaram, em média, mais baratas, influenciadas pela queda da demanda.

Assuntos Relacionados
carnesFAO
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 65,36
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,88
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 129,14
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,71
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,52
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,80
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,97
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 5,08
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,36
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 155,96
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 162,94
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 174,02
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 181,28
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 146,63
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 168,62
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,61
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,62
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.356,88
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.299,34
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 181,05
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 154,29
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 159,08
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 175,60
    cx

Relacionados

AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326