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Economia

Brasil atrai metade de fusões nos Bric

País reflete o interesse de companhias globais em assegurar presença no seu mercado.

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Brasil atrai metade de fusões nos Bric

O Brasil é, no grupo dos Bric (com Rússia, China e Índia), o que mais atraiu operações de fusões e aquisições internacionais este ano, refletindo o interesse de companhias globais em assegurar presença no seu mercado. As operações que tiveram o Brasil como alvo envolveram US$ 61,1 bilhões entre janeiro e a semana passada, representando 46,6% dos acordos nos Bric, segundo levantamento do provedor de dados Dealogic, de Londres, obtido pelo Valor.

Foram 196 negócios no país. Em comparação, a China atraiu 798 operações, mas com valor menor, de US$ 45,2 bilhões. Um quarto, ou US$ 14,4 bilhões, que tomou o rumo do Brasil foi capital proveniente dos outros Bric. A China foi, no grupo, o que mais investiu em outros Bric até agora, cerca de US$ 13,6 bilhões. Conforme o Dealogic, o Brasil superou os EUA na atração junto a outros emergentes, e só ficou atrás da Itália. O cenário é bem diferente do ano passado, quando o país não ficara nem entre os dez e os EUA eram o segundo, só atrás da Suíça, como destino de investimentos dos Bric.

Analistas destacam a operação de US$ 4,9 bilhões entre Royal Dutch Shell e a Cosan, a aquisição pela Norski de ativos da Vale por US$ 4,9 bilhões, o anúncio da chinesa Sinopec de investir US$ 7,1 bilhões no Brasil através da Repsol, a fusão da TAM com a chilena LAN com receita combinada de US$ 8,4 bilhões, além de negociações bilionárias da Portugal Telecom e da Telefônica.

A busca do mercado brasileiro cresceu quase seis vezes em comparação a 2009, quando o valor até novembro foi de US$ 11,7 bilhões, com 95 negócios e fatia de 23,7% nos Bric. A China, que tinha 50,7% de fatia no mesmo período, caiu agora para 34,5%. Analistas notam que essas operações facilitam o controle da propriedade intelectual e da tecnologia, desenvolve o acesso em mercados dinâmicos e assegura o fornecimento de matérias-primas. No total, as operações tendo os Bric como alvos alcançaram US$ 131,2 bilhões este ano, comparado a US$ 49,7 bilhões no mesmo período do ano passado. Os países dos Bric também buscam cada vez mais aquisições no exterior e boa parte em outros emergentes. Essas operações do Brasil, Rússia, China e Índia alcançaram US$ 118,3 bilhões até novembro.

Segundo o “The Wall Street Journal”, o interesse da China por aquisições no exterior está mudando agora da área de commodities para companhias de consumo que podem gerar bons lucros em vendas para a classe média de emergentes. Na chamada “segunda onda” de fusões e aquisições, Pequim recentemente comprou fatias de companhias de cosméticos na França e o interesse está crescendo, inclusive por estúdios de cinema em Hollywood.

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima que as fusões e aquisições internacionais vão totalizar US$ 670 bilhões em 2010, numa alta de 6% sobre 2009. É o primeiro crescimento nessa atividade desde 2007, depois de declínios de 21% em 2008 e de 53% em 2009.

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