Entidade suinícola norte-americana é favorável ao fim das restrições comerciais ao país caribenho. Com abertura de mercado, setor suinícola dos EUA triplicaria embarques à Cuba.
Suinocultor dos EUA quer abertura de Cuba
As exportações de carne suína dos Estados Unidos à Cuba iriam mais que triplicar se as restrições comerciais à exportação de produtos para a ilha do Caribe fossem revogadas. A informação foi constatada através de um estudo feito pela Iowa State University.
De olho neste resultado, o Conselho Nacional de Suinocultores dos EUA (NPPC, na sigla em inglês), está pedindo para o poder legislativo da Casa Branca aprovar o projeto de Lei “HR 4645”, que pretende restabelecer o direito dos norte-americanos de viajarem à Cuba e de venderem alimentos e remédios para a ilha sem as sanções comerciais aplicadas pelos Estados Unidos desde 1960.
Em carta, o NPPC expressou seu apoio à flexibilização das medidas contra Cuba.
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Estudo- A Iowa State University constatou que as exportações de carne suína dos EUA aumentariam em US$ 28,2 milhões caso as restrições aos embarques destinados à Cuba fossem derrubados. Já as exportações totais registrariam crescimento de US$ 365 milhões dólares por ano. Em 2009, os Estados Unidos embarcaram aproximadamente US$ 13,4 milhões de carne suína para a ilha.
Segundo pesquisa da Texas A&M University, uma mudança na política norte-americana também iria criar cerca de 6.000 novos postos de trabalho nos Estados Unidos. “Devido à sua proximidade com Cuba, os Estados Unidos podem conquistar uma grande fatia no mercado suinícola cubano”, disse o presidente do NPPC, Sam Carney. “Para a indústria de carne suína dos EUA permanecer bem sucedida e viável, precisamos expandir e acessar novos mercados. A HR 4645 pode nos ajudar”.
As exportações são vitais para a indústria de carne suína dos EUA, que no ano passado exportou mais de US $ 4,3 bilhões de produtos suínos. As informações são do site internacional The Pig Site.





















