Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Produção

Produção Integrada é estendida a todas as cadeias agropecuárias

Marco legal da PI Brasil permite a criação de novas normas para produção certificada. Antes, o sistema era válido somente para frutas.

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) ampliou a possibilidade aos agricultores de aumentar a competitividade nos mercados interno e externo, por meio da certificação na produção integrada. A Instrução Normativa nº 27, que institui o marco legal da Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil), foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 31 de agosto. Com isso, todo alimento de origem vegetal ou animal poderá contar com normas técnicas específicas para ter o selo oficial de certificação.

Adilson Kososki, coordenador de Produção Integrada da Cadeia Agrícola, explica que o sistema confere qualidade ao produto, seguindo requisitos de sustentabilidade ambiental, segurança alimentar, viabilidade econômica e rastreabilidade de todas as etapas da produção. Segundo ele, esses atributos geram aumento na participação e maior permanência no mercado. “O Ministério da Agricultura está oferecendo ao agricultor ou pecuarista a opção de entrar no sistema de produção sustentável, para aumentar sua competitividade”, informa.

 A certificação pela produção integrada começou em 2001, mas estava voltada apenas para a cadeia produtiva de frutas. A maçã foi o primeiro item agrícola a contar com a regra, por exigências de importadores europeus. Naquele continente, países como Alemanha, Áustria, Espanha, França, Itália e Suíça vêm aumentando o uso da sustentabilidade agrícola em detrimento das práticas convencionais.  

Existem atualmente normas publicadas para 16 frutas: abacaxi, banana, caju, caqui, citros, coco, figo, goiaba, maçã, mamão, manga, maracujá, melão, morango, pêssego e uva. Outras 22 culturas já estão em desenvolvimento, como amendoim, arroz, batata, café e tomate. Com a publicação da instrução normativa, esses e outros produtos, como leite, mel, trigo, soja, açúcar e álcool poderão ter a chancela da PI Brasil.

São necessários três anos para estabelecer uma norma técnica específica. Inicialmente, o Mapa analisa a proposta do setor e as diretrizes são elaboradas por comitês formados por especialistas de órgãos públicos e privados, além de representantes de cooperativas e empresas. As regras estão relacionadas à capacitação de trabalhadores rurais, manejo, responsabilidade ambiental, segurança alimentar e do trabalho e rastreabilidade.

A certificação é responsabilidade de empresas privadas acreditadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). Essas certificadoras auditam as propriedades que espontaneamente aderem ao sistema e, uma vez atendidas todas as exigências, o produto recebe o reconhecimento oficial. “O selo PI Brasil é a garantia de que todos os itens da norma técnica foram cumpridos, consequentemente, é a certificação”, completa Kososki.

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