Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Agroenergia

AIE prevê alta de 59% na produção de etanol no País

Produção de etanol do Brasil deverá crescer 59,3% até 2015, prevê a Agência Internacional de Energia. EUA devem registrar crescimento de 41%.

Após uma expansão “decepcionante” no ano passado, a produção de etanol do Brasil deverá crescer 59,3% até 2015, na maior alta globalmente, prevê a Agência Internacional de Energia (AIE), que reúne os países ricos.

A produção do País pode pular do equivalente a 462 mil barris diários de petróleo em 2009 para 736 mil barris diários em 2015, diz a agência em relatório sobre as perspectivas de médio prazo.

Em comparação, os EUA poderão registrar crescimento de 41% no etanol, passando de 702 mil barris diários para 989 mil barris diários entre 2009 e 2015.

Juntos, o Brasil e os EUA continuarão dominando o setor de etanol mundialmente, representando 75% do fornecimento do combustível e também 75% do crescimento da produção global.

Projeções de expansão da economia mundial e do preço de petróleo aumentaram as perspectivas para bicombustível. O preço do óleo pode subir para US$ 86 o barril em 2015, representando quase US$ 10 a mais, ou 13%, comparado a cotação atual.

A agência internacional estima que a indústria brasileira de etanol “continua frágil no rastro da crise de crédito”, mas que a consolidação e investimentos de grandes ‘players’, como Petrobras, BP e Shell, ajudaram a reforçar a posição financeira no setor.

A agência acredita também que a demanda doméstica continuará a estimular a produção, com expansão de capacidade e exportações ajudando no médio prazo. Com os veículos flex-fuel representando mais de 90% das vendas de carros, o etanol deve atender mais da metade do crescimento da demanda de combustível entre 2009-2015 no país, e deve aumentar para 60% do combustível total até 2015.

Globalmente, com o declínio da demanda por gasolina na América do Norte no médio prazo, o etanol deve representar 48% do crescimento da demanda global por combustível até 2015.

A entidade aponta riscos para o setor de etanol, como excesso de capacidade, particularmente em biodiesel, o que pode derrubar as margens, e assim a produção, em várias regiões.

A expansão da produção de bicombustível deve reforçar os preços de matérias-primas, sobretudo de milho. A consolidação do setor deve continuar e a AIE questiona a viabilidade de planos de expansão na Europa e Ásia, sobretudo no Reino Unido, na Holanda e em Cingapura.

A produção de bicombustível de segunda geração também pode aumentar, sobretudo nos Estados Unidos. Os planos atuais implicam potencial de produção global de 150 mil barris por dia, 55% deles sendo etanol. Mas atrasos no desenvolvimento da tecnologia e dificuldades econômicas podem manter a produção abaixo dessas projeções.

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