Brasil pode estreitar cooperação com polo importador chinês, que poderá adquirir alimentos in natura e industrializados.
Alimentos à China
Um dos maiores polos importadores da China, a província de Tianjin poderá estreitar as relações com o Brasil na aquisição de alimentos in natura e industrializados. O secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Gerardo Fontelles, recebeu, nesta terça-feira (1º), o vice-prefeito daquela região, Dongliang Yang, para tratar de interesses comuns entre os dois países.
Dongliang explicou que, há alguns anos, a municipalidade de Tianjin – terceira maior da China – tem relações com o Brasil, em especial, como importadora de minério de ferro. Segundo o vice-prefeito, além de aumentar a compra de alimentos, a ideia é aprender com a experiência brasileira, tendo em vista que a produção agrícola representa menos de 2% naquela província.
“Os governos centrais do Brasil e da China já têm acordos, mas temos interesse em manter relação direta com as províncias, o que pode estreitar ainda mais esse intercâmbio”, destacou Fontelles. O secretário apresentou, ainda, os planos de crescimento do Brasil na área agrícola, a partir do aumento da demanda de países como a China, maior comprador da soja nacional, e os projetos de infraestrutura para escoamento da produção.
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