Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Economia

Avicultura brasileira sente impacto da crise europeia

A venda de carne de frango para a Europa caiu 15% no primeiro quadrimestre deste ano em consequência de uma série de fatores, entre eles, a instabilidade gerada com a crise na Europa.

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A venda de carne de frango para a Europa caiu 15% no primeiro quadrimestre deste ano em consequência de uma série de fatores. Um deles é a instabilidade gerada pela crise na Grécia e em outros Países com seu balanço afetado: Espanha, Portugal e Itália. O outro é de ordem fiscal: a Europa mudou a conceituação de carnes frescas “fresh meat” e modificou a taxação do peito de frango brasileiro.
   
Esta alteração de taxação implica em fazer uma compensação ao Brasil através do regime de cotas – matéria que já é objeto de negociação com Bruxelas. O Brasil está concluindo um estudo para a abertura de um painel na Organização Mundial do Comércio (OMC) para discutir a decisão da União Europeia em criar mais restrições ao ingresso da carne de frango naquele continente. Essa posição é defendida pelo presidente da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Clever Pirola Ávila, pois indústrias e criadores catarinenses são os mais prejudicados pelo protecionismo do velho mundo.

O dirigente entende que mudar a conceituação do produto e aumentar a tributação é claramente uma medida de injustificada retaliação comercial contra a qual o Brasil deve se insurgir. “Os Europeus continuam a aplicar medidas protecionistas para beneficiar o produtor local, camufladas como ajustes técnicos”, observou Ávila.
   
Para o presidente da Acav, a solução é encontrar outros mercados ou ampliar a venda de carne de frango para alguns dos 127 países para os quais o Brasil exporta. O país já está fazendo isso com o Canadá, a Ásia e a África. Mas, esse desafio é grande porque, além de barreiras protecionistas, a situação cambial – com o real sobrevalorizado em relação ao dólar – faz o produto brasileiro perder competitividade.
   
De janeiro a abril deste ano, o Brasil exportou 1,16 milhão de toneladas que renderam 1,99 bilhão de dólares. O volume baixou 1,43% e a receita aumentou 18%. Santa Catarina, maior Estado exportador, vendeu 307 mil toneladas e faturou 594,5 milhões de dólares. Com informações da assessoria de imprensa da Acav.

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