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Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
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Começa Fórum do Inae no BNDES

Começa nesta segunda-feira o Fórum do Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio.

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Redação (14/05/07) –  O superintendente-geral do Inae, o ex-ministro do Planejamento João Paulo dos Reis Velloso, disse que para o Brasil alcançar um crescimento é preciso superar os obstáculos da área macroeconômica, entre eles os relativos ao câmbio, à taxa de juros e à questão fiscal.

"O resultado de tudo isso, que eu sempre chamo de uma síndrome, é que você tem uma camisa-de-força para o setor público e o setor privado, porque não há margem de manobra no orçamento. Você só tem condições de flexibilidade em 10% das despesas orçamentárias. O resto já está pré-definido. São despesas correntes, obrigatórias. Dez por cento é que permitem a margem de manobra e os investimentos são 3% do total", afirmou Reis Velloso. Ele lembrou que, em 1987, os investimentos representavam 15% do orçamento.

O ex-ministro considera que isso não permite que o setor privado, que está bem preparado para crescer, tenha condições de realizar esse crescimento.

De acordo com o superintendente do Inae, para seguir adiante, o Brasil ter uma estratégia moderna de desenvolvimento. E isso passa pela chamada economia do conhecimento, isto é, pela inovação. Isso significa usar a tecnologia do conhecimento para desenvolver os setores que são intensivos em recursos naturais, grande riqueza do país.

Velloso citou a bioenergia, a biotecnologia e a bioquímica, entre as áreas que devem ser exploradas. O ex-ministro afirmou também que as commodities agrícolas e industriais têm de dar um salto de competitividade. Acrescentou que todo o setor industrial precisa passar por um banho de inovação. – Porque é assim que você compete hoje para ter produtos de maior valor agregado, para ter produtos diferenciados. Sair das simples commodities que são todas padronizadas, sugeriu. Essa é, segundo Velloso, uma agenda de caminhos para o tão desejado crescimento do Brasil.

O ex-ministro do Planejamento disse que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tem um horizonte de tempo de quatro anos. Ele acredita que tirar conclusões com base no que ocorreu apenas nos dois últimos meses não diz nada. – Diz apenas que é preciso tomar cuidado. De acordo com balanço divulgado no último dia 7 pelo governo federal, 39,1% das ações incluídas no PAC estão com algum atraso, enquanto 52,5% apresentam o cronograma em dia. Como o PAC tem múltiplos desdobramentos, Velloso alertou que essa é somente a primeira etapa do programa. – Uma das partes da engrenagem geral é o PAC-Educação, que já foi divulgado.

Outros PACs setoriais vão surgir, acredita o superintendente do Inae. Além disso, já foram anunciadas as fases de reforma política e de revisão da Previdência Social e os ministros da Agricultura, Reinhold Stephanes, e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, já informaram que haverá PACs para o agronegócio e para a área social. Reis Velloso lembrou que aliada à inovação, a educação é outro fator fundamental para o crescimento e sua importância vem sendo destacada pelo Fórum Nacional há várias edições.

O Brasil precisa se transformar em um país de alto conteúdo de capital humano. Quer dizer, ter educação de qualidade. No mínimo, universalizar a meta de todo mundo chegar ao ensino médio, pelo menos, e rever o modelo financeiro das universidades, que morreu. Velloso afirmou que não há mais espaço para que o governo financie 100% das universidades públicas. – É preciso, indicou, que se façam alianças com o setor privado. Criar-se fundações, por exemplo. Todas essas diretrizes, segundo ele, que são necessárias para dar ao país um elevado conteúdo de capital humano, estão dispostas no relatório da Organização das Nações Unidas(ONU).

De acordo com o superintendente, o PAC tem flexibilidade suficiente para abranger todos esses caminhos. Mas, é preciso que essas coisas realmente aconteçam, ou seja, que o PAC não fique só naquela coisa de infra-estrutura. Isso é essencial. Mas isso é condição necessária. Não é suficiente. Para Reis Velloso, a agenda de caminhos a serem trilhados está dada.

– Se a gente não reconhecer isso, significa que o país não está realmente querendo o alto crescimento. Porque não é uma questão de vontade. É uma questão de fazer o que tem de ser feito. Daí, essa agenda para a ação.

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