Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,32 / kg
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Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,00 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
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Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.207,77 / t
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Crédito do BB para o campo deve crescer 20% em 2007/08

Em meio a um cenário de recuperação do crédito e de redução das taxas de juros, o Banco do Brasil se prepara para aumentar em até 20% o volume de financiamentos ao setor rural ao longo do ano-safra 2007/08, que começa em 1o de julho.

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Redação (25/06/07) – O acréscimo na oferta está estimado em R$ 6 bilhões na próxima temporada. 

O banco aposta no crescimento dos depósitos à vista no sistema financeiro e no fim das restrições cadastrais dos produtores para elevar de 58% para 60% sua fatia no total de crédito rural do país. "Vamos voltar a aplicar mais recursos no setor porque houve uma melhora no cenário. O governo sinaliza que vai baixar os juros, lançar novas medidas de apoio e também buscar uma solução para o endividamento do setor", afirma o vice-presidente de Agronegócios e Governo do BB, Derci Alcântara. 

Na atual safra 2006/07, que termina em 30 de junho, houve uma elevação de 25% nos depósitos à vista. Isso beneficia a concessão de crédito a juros mais baratos aos produtores, já que os bancos são obrigados a emprestar 25% desse total no setor rural. A instituição, que lidera o mercado de crédito rural no país, tem uma carteira de crédito superior a R$ 50 bilhões no agronegócio. A agricultura familiar tem realçado sua importância nesse total em função da elevação dos tetos de enquadramento dos produtores, o que levou o banco a realizar mais de um milhão de operações com o segmento. 

De olho no futuro, o BB já faz as contas sobre o desempenho de sua carteira rural na atual safra. Somados os recursos estimados e os refinanciamentos autorizados pelo governo em 2006, o banco emprestou um total de R$ 33,9 bilhões até a semana passada. O Plano de Safra 2006/07 previa R$ 33 bilhões – na temporada 2005/06, o BB desembolsou R$ 27 bilhões. Como faltam alguns dias para o fim do ano-safra, o BB estima ultrapassar com folga a marca dos R$ 34 bilhões. "O mais importante disso é que cerca de 90% dos recursos foram contratados a juros controlados", diz Alcântara. 

O resumo dos desembolsos efetuados pelo BB mostram que foram financiados R$ 28,11 bilhões para a chamada agricultura empresarial e R$ 5,81 bilhões para os produtores familiares. Na safra 2005/06, os volumes somaram R$ 21,87 bilhões na linha empresarial e R$ 5,11 bilhões na familiar. O balanço parcial permite ver que o Banco do Brasil refinanciou R$ 5,81 bilhões no ciclo 2006/07 – R$ 5,63 bilhões na empresarial e R$ 183 milhões na familiar. 

Os números demonstram que o foco principal do BB continua nas operações de custeio da safra. Foram R$ 14,02 bilhões de recursos novos e R$ 4,09 bilhões em refinanciamentos, somando R$ 18,12 bilhões no total – na safra anterior, o total havia chegado a R$ 15,72 bilhões. Os contratos de investimentos da atual safra somaram R$ 5,22 bilhões, dos quais R$ 1,72 bilhão foram repactuados dentro das regras definidas no pacote do governo em 2006. Na safra 2005/06, o total somou R$ 3,73 bilhões. O apoio à comercialização da safra, um dos principais gargalos do setor, chegou a R$ 10,58 bilhões na temporada, superando o orçamento inicial de R$ 5,54 bilhões e a aplicação de R$ 7,54 bilhões da safra anterior. 

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