Na opinião de internautas, a gripe A (H1N1) deve enfraquecer o comércio de carne suína.
Prejudica ou não?
Junto com o estouro da gripe A (H1N1) no mundo, muitas dúvidas “estouraram” a cabeça das pessoas. Algumas delas estão relacionadas aos impactos da doença no comércio de carnes no Brasil. Em enquete realizada entre os dias 05 e 19 de maio, Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial perguntaram aos internautas se a Gripe A (H1N1) poderia prejudicar o comércio de carne suína e de frango.
Com 52,8% dos votos, a maioria dos participantes acredita que apenas o comércio de carne suína será prejudicado. Na sequência, 35,2% dos internautas acreditam que o comércio de carnes não será afetado. 11,1% dizem que ambas as carnes serão prejudicadas e apenas 0,9% afirmam que a carne de frango será prejudicada.
Até o momento, apenas as associações representativas da suinocultura nacional mostram preocupação com o consumo interno. Ações de valorização da carne suína têm sido feitas em todo o Brasil.
Leia também no Agrimídia:
- •CBS de 11,3% substitui PIS e Cofins em 2027; carnes e ovos terão alíquota zero
- •Suíno Moura é destaque na AveSui e mostra potencial para carne de alto valor
- •Produção de carne suína do Reino Unido deve crescer 4% em 2026 e recuar em 2027
- •Preços do milho voltam a subir com dólar mais forte, mas negociações seguem lentas
Números da nova gripe – A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou hoje (19), registros de 9830 casos de gripe suína (influenza A) em 40 países diferentes, com 79 mortes. Na segunda-feira (18), o boletim da OMS apontava 8829 casos e 74 mortes. O vírus segue concentrado nas Américas, com 5123 registros nos Estados Unidos, incluindo cinco mortes, e 3648 ocorrências no México, com 92 mortes. O Brasil confirmou apenas 8 casos da doença.






















