Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Avicultura ajuda a ressocializar detentos

Superintendência do Sistema Penal do Pará incentiva a criação de frangos com detentos do regime semi-aberto.

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A Superintendência do Sistema Penal do Pará (Susipe), por meio do Núcleo de Reinserção Social e nova direção  do Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura, em Santarém, no Oeste do estado, retomou o projeto de criação de frangos, atividade que auxilia na ressocialização de detentos do regime semi-aberto.

O projeto que estava parado há dois anos, consiste na criação de pintos e engorda para o abate. Inicialmente, quatro detentos vão ajudar a manter a granja. O suporte técnico é dado pelo engenheiro agrônomo Marcos Silva, servidor da Susipe.

“Achamos que é um projeto importante pra Santarém. Já trabalhamos com ele uma vez e quando chegamos aqui ele estava parado. Reativamos para o bem dos detentos que vão trabalhar nele. Será uma fórmula há mais para trabalharmos a ressocialização desses detentos”, explica o coronel Walter Santos, diretor do centro de recuperação.

O detento Raimundo Elias, de 54 anos, afirma que o projeto lhe dá uma oportunidade de aprender uma profissão, o que, segundo ele, será bastante útil para recomeçar a sua vida quando cumprir sua pena. “Só tenho a agradecer. Sei que errei, mas, aqui aprendo uma profissão e vou poder arrumar trabalhão lá fora quando sair. É mais uma chance, entendo assim”, afirma seu Raimundo Elias.

Segundo o agrônomo Marcos Silva, os pintinhos recebem cuidados 24 horas por dia. Ele diz que a atual fase é a que necessita de mais atenção. “Pequenos temos de ter cuidado redobrado para evitar perdas. Sempre hidratando eles e matando possíveis parasitas e predadores”, explica.

Além de aprender uma profissão, os detentos que trabalham no projeto são remunerados e têm direito à redução de pena.  Parte do salário recebido pelos presos é automaticamente destinado à poupança, a qual representa um auxílio para o recomeço de  suas vidas após saírem da cadeia. “Os detentos que vão trabalhar no projeto recebem salário e para cada três dias trabalhados, eles têm um dia reduzido de sua pena”, diz o diretor.

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