Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Avicultura ajuda a ressocializar detentos

Superintendência do Sistema Penal do Pará incentiva a criação de frangos com detentos do regime semi-aberto.

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A Superintendência do Sistema Penal do Pará (Susipe), por meio do Núcleo de Reinserção Social e nova direção  do Centro de Recuperação Agrícola Silvio Hall de Moura, em Santarém, no Oeste do estado, retomou o projeto de criação de frangos, atividade que auxilia na ressocialização de detentos do regime semi-aberto.

O projeto que estava parado há dois anos, consiste na criação de pintos e engorda para o abate. Inicialmente, quatro detentos vão ajudar a manter a granja. O suporte técnico é dado pelo engenheiro agrônomo Marcos Silva, servidor da Susipe.

“Achamos que é um projeto importante pra Santarém. Já trabalhamos com ele uma vez e quando chegamos aqui ele estava parado. Reativamos para o bem dos detentos que vão trabalhar nele. Será uma fórmula há mais para trabalharmos a ressocialização desses detentos”, explica o coronel Walter Santos, diretor do centro de recuperação.

O detento Raimundo Elias, de 54 anos, afirma que o projeto lhe dá uma oportunidade de aprender uma profissão, o que, segundo ele, será bastante útil para recomeçar a sua vida quando cumprir sua pena. “Só tenho a agradecer. Sei que errei, mas, aqui aprendo uma profissão e vou poder arrumar trabalhão lá fora quando sair. É mais uma chance, entendo assim”, afirma seu Raimundo Elias.

Segundo o agrônomo Marcos Silva, os pintinhos recebem cuidados 24 horas por dia. Ele diz que a atual fase é a que necessita de mais atenção. “Pequenos temos de ter cuidado redobrado para evitar perdas. Sempre hidratando eles e matando possíveis parasitas e predadores”, explica.

Além de aprender uma profissão, os detentos que trabalham no projeto são remunerados e têm direito à redução de pena.  Parte do salário recebido pelos presos é automaticamente destinado à poupança, a qual representa um auxílio para o recomeço de  suas vidas após saírem da cadeia. “Os detentos que vão trabalhar no projeto recebem salário e para cada três dias trabalhados, eles têm um dia reduzido de sua pena”, diz o diretor.

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