Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
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AveSui 2012

AveSui: Ambiente aéreo é determinante para o bem-estar animal, resultados zootécnicos e saúde do trabalhador

Ruído e presença de poeira e gases poluentes, como amônia e gás sulfídrico, nas instalações suinícolas podem causar danos ao bem-estar dos suínos e à saúde do trabalhador. Ambiente aéreo das granjas no Brasil é bom, afirma especialista.

O ambiente aéreo de uma granja tem influência direta e decisiva nos resultados zootécnicos e produtivos dos animais e, portanto, na lucratividade do suinocultor. Mas, mais do que isso, a relação entre gases, poeira e ruído na produção animal pode causar danos ao bem-estar dos suínos e à saúde do trabalhador. “A degradação biológica dos resíduos em uma granja geram gases tóxicos, principalmente amônia e gás sulfídrico, cuja exposição constante e em concentrações elevadas reduz o desempenho zootécnico dos suínos, podendo ainda incapacitar precocemente os trabalhadores dessas atividades”, afirma o engenheiro agrícola Carlos Augusto de Paiva Sampaio, professor do Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade de Santa Catarina (Udesc).

Segundo ele, além de danos ao animal e ao homem, os poluentes também podem causar corrosão nas estruturas das instalações, principalmente pela ação da poeira, gás carbônico, anidrido sulfuroso, anidrido sulfúrico, gás sulfídrico e amônia. Já a intensidade de ruídos no ambiente da granja deve ser avaliada periodicamente, pois dependendo do tempo de exposição, frequência e susceptibilidade individual, pode ser nociva à saúde dos colaboradores.

Realidade brasileira – De acordo com Sampaio, a atenção à presença dos gases poluentes no ambiente aéreo da propriedade é o mais importante, já que os ruídos são produzidos pelos próprios animais e a simples adoção de equipamentos de proteção individual já bastam para proteger o trabalhador. Segundo ele, os principais fatores que influenciam a produção de gases numa instalação para suínos são o acúmulo de fezes e urina nos pisos, superlotação, falta de higiene das instalações e má circulação do ar.

O ambiente aéreo das granjas no Brasil é bom, afirma o especialista. As características das propriedades suinícolas do País propiciam boa ventilação e a rigidez dos procedimentos higiênico-sanitários minimizam a geração de gases poluentes e poeira. Em algumas propriedades, explica Sampaio, a concentração de amônia eventualmente está acima do limite adequado. O mesmo ocorre com o ruído, embora sejam casos pontuais. “As instalações de suínos no Brasil apresentam, em sua grande maioria, características arquitetônicas para grande movimentação de ar externo. Poeira e gás sulfídrico aparentemente não se produzem de forma a causar danos aos animais e ao homem”, afirma. “Já a produção de amônia pode se apresentar em concentração insalubre. A mesma coisa vale para o ruído, que na maior parte do tempo, não se apresente em níveis nocivos”, finaliza Sampaio.

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