Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Análise trimestral

Brasil cresce três posições em ranking de países com atratividade para investimento em energia renovável

Análise elaborada trimestralmente pela EY analisa o cenário do setor em diversos países

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Brasil cresce três posições em ranking de países com atratividade para investimento em energia renovável

A EY apresenta a 53ª edição do ranking Renewable energy country attractiveness index (RECAI) que analisa os cenários dos 40 países mais atrativos para investimentos no setor de energia. O levantamento aponta que, pelo segundo trimestre consecutivo, o topo da lista permaneceu com a China, seguida pelos EUA, França, Índia, Austrália e Alemanha. Já o Brasil subiu três posições e passou a ocupar o 17º lugar.

Os demais destaques ficaram com os países que fizeram investimentos em projetos de energia renovável, como a Coréia do Sul que subiu sete lugares (24º) e o Vietnã que alcançou uma posição 52% maior, se comparado com à lista anterior, figurando em 26º. Entre os destaques negativos estão o México que caiu de 13º para 19º e Taiwan saiu do 27º posto e passou a ocupar o 33º, o que é explicado pelas incertezas regulatórias que os dois países enfrentam.

O estudo também aponta a tendência de independência dos subsídios do governo no segmento de energia, particularmente no Reino Unido e Espanha, isso porque o setor estará menos vulnerável ao impacto das políticas externas nas tarifas, passando a responder às próprias diretrizes do mercado interno.

Além disso, a EY prevê que a contínua preocupação mundial com a poluição e o interesse dos players internacionais, irão motivar o crescimento de energia limpa, incluindo no maior mercado, que é o chinês.

Cenário nacional – energia renovável

A pesquisa da EY avaliou que o panorama do Brasil é positivo, com as taxas de juros voltando ao normal, devido à leve recuperação da economia, somado às mudanças regulatórias do setor e ofertas de energia renovável. Prova disso é que os investidores nacionais e internacionais estão olhando para alternativas de capital e o apoio do BNDES às iniciativas de energia junto com o financiamento de bancos privados, tornam o segmento mais atrativo.

Outro fator que beneficia o cenário nacional é a previsão de que parte da privatização da Eletrobras (maior geradora e operadora de transmissão de energia do País) planejada pelo governo contribua para uma nova dinâmica par ao mercado local.

 

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