Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Brasil

Consumo de energia cresce 2,5% na primeira metade de setembro

Volume de energia consumido no SIN foi de 63.660 MW médios, consolidando tendência de retomada

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Consumo de energia cresce 2,5% na primeira metade de setembro

O consumo de energia no Brasil apresentou alta de 2,5% na primeira quinzena de setembro em relação o mesmo período no ano passado, consolidando a tendência de retomada das atividades econômicas do país. O volume de energia consumido entre os dias 1º e 15 deste mês foi de 63.660 MW médios, contra 62.113 MW médios verificados um ano antes, de acordo com os dados preliminares que compõem o boletim InfoMercado Quinzenal, divulgado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE.

No Ambiente de Contratação Regulada – ACR, que reúne os consumidores cuja compra de energia é feita pelas distribuidoras, o consumo manteve-se praticamente estável em setembro (+0,1%), somando 43.343 MW médios. Já no Ambiente de Contratação Livre – ACL, em que os consumidores podem escolher o fornecedor da sua energia, o avanço foi de 7,9%, chegando a 20.318 MW médios.

Expurgadas as migrações para o mercado livre, o ACR verificaria alta de 2,2% e, o ACL, elevação de 3,2%. Os autoprodutores ampliaram seu consumo em 6,35%, para 2.245 MW médios.

Mesmo com o retorno gradual das atividades, que foram reduzidas devido à pandemia de COVID-19, os segmentos de veículos (-5,0%), serviços (-4,3%) e transporte (-3,5%) ainda registram as maiores quedas no consumo. No entanto, com retrações mais amenas do que nos meses anteriores. A maioria dos segmentos, por outro lado, aumentou seu consumo: saneamento (28,2%), comércio (20,6%) e bebidas (14,6%). Parte do aumento está diretamente vinculado à migração dos consumidores para o ACL.

Ao expurgarmos o efeito da migração para o ACL, verifica-se crescimento do consumo nos ramos de bebidas (10,6%), minerais não metálicos (10,6%), químicos (9,3%), madeira, papel e celulose (8,4%), manufaturados diversos (6,1%) e metalurgia e produtos de metal (5,0%).

Geração

A geração de energia no Sistema Interligado Nacional – SIN avançou 3,4% na primeira metade de setembro ante mesmo período em 2019, saindo de 64.450 MW médios para 66.621 MW médios. O destaque ficou por conta da elevação na produção das usinas hidráulicas (16,7%), eólicas (12,6%) e fotovoltaicas (24,2%). Apenas as usinas térmicas apresentaram queda em sua geração (-36,8%), incluindo a biomassa, que vinha apresentando elevação de geração nos últimos meses.

Autoprodutores apresentaram, nos primeiros 15 dias de setembro, uma geração 10,5% inferior ao verificado um ano antes, para 1.359 MW médios. 

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