A semana de 10 a 16/07 registrou um forte aumento na procura dos frigoríficos por suínos vivos, demonstrando que o mercado interno está aquecido
Análise de Mercado: Apesar da demanda aquecida, preço do suíno vivo sobe apenas em SP e SC

A semana de 10 a 16/07 registrou um forte aumento na procura dos frigoríficos por suínos vivos, demonstrando que o mercado interno está aquecido. Entretanto, a velha lei da oferta e da procura não se fez valer, pois, no mesmo período, os preços caíram em quatro dos seis estados pesquisados. As exceções foram São Paulo e Santa Catarina.
Segundo especialistas, o baixo poder de compra da população está impedindo que os preços sejam repassados integralmente. Também é preciso destacar que os custos de produção de suínos recuaram em junho, após dois meses de alta.
Mato Grosso, que nas últimas cinco semanas, registrou aumento em quatro delas no preço do suíno vivo, fechou o último dia 16 com queda de 7,41%, passando assim de R$ 5,80 para R$ 5,37.
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Como previsto, após apresentarem alta elevada de 25% na semana de 03 a 09/07, Minas Gerais e Goiás tiveram queda de 6,67% no preço do quilo do suíno vivo, passando de R$ 7,50 para R$ 7,00.
O Distrito Federal, que também tinha apresentado uma alta considerável no preço de 17,21% na semana de 03 a 09/07, apresentou queda de 1,40%, fazendo com que o preço fosse de R$ 7,15 para R$ 7,05.
Santa Catarina, que na penúltima semana não tinha registrado alteração no preço do quilo do suíno vivo, agora apresentou alta de 6,27%, chegando assim a R$ 6,95.
Finalmente, São Paulo, que já tinha apresentado alta de 4,22% no dia 09/07, registra agora mais 7,95% de aumento, elevando o preço para R$ 7,20 (o mais caro dentre os estados pesquisados).






















