Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Influenza Aviária

Brasil segue sem registro de influenza aviária após investigação de casos suspeitos

Segundo a Pasta, o Serviço Veterinário Oficial (SVO) brasileiro recebeu 310 notificações de suspeitas de doenças em aves desde o início do ano

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Brasil segue sem registro de influenza aviária após investigação de casos suspeitos

O Ministério da Agricultura já investigou 17 casos suspeitos de influenza aviária de alta patogenicidade desde o início do ano. Todos os resultados foram negativos e o país segue sem registros da doença, que tem se alastrado pelos vizinhos Argentina e Uruguai.

Segundo a Pasta, o Serviço Veterinário Oficial (SVO) brasileiro recebeu 310 notificações de suspeitas de doenças em aves desde o início do ano. Destas, apenas 118 atendiam ao critério de caso suspeito de síndrome respiratória e nervosa das aves, cujas doenças principais são Influenza Aviária (IA) e Doença de Newcastle (DNC), e foram investigadas.

Entre as investigações, 101 casos (85,6%) foram concluídos como “suspeitas descartadas” com base em critérios clínico-epidemiológicos.

“Nas outras 17 investigações (14,41%), sendo nove em aves silvestres, o Serviço Veterinário Oficial coletou amostras de casos prováveis para diagnóstico laboratorial de IA e DNC. Todas as amostras processadas tiveram resultado negativo para influenza aviária de alta patogenicidade e para doença de Newcastle”, informou a Pasta em resposta ao Valor.

Coleta antecipada

Com os registros da doença em aves silvestres, em criações de subsistência e em granjas comerciais nos países vizinhos, o Ministério da Agricultura antecipou as coletas de amostras da vigilância ativa em criações domésticas próximas a sítios de aves migratórias em todos os Estados.

A vigilância ativa faz coletas planejadas de amostras em animais sem sinais da doença. “As coletas de amostras em estabelecimentos avícolas industriais planejadas para o ciclo de 2022-2023 estão praticamente concluídas e contemplaram mais de 2.200 estabelecimentos, totalizando 34.941 amostras analisadas no país”, disse a Pasta.

Órgãos ambientais, instituições de pesquisa e profissionais ligados ao Projeto de Monitoramento de Praias têm realizado ações de monitoramento nas localidades de agregação de aves migratórias. O objetivo é identificar precocemente uma possível dispersão do vírus na fauna silvestre brasileira e potencial transmissão para os animais domésticos, explicou o ministério.

A edição 1324 da revista Avicultura Industrial traz um panorama da situação da Influenza Aviária nas Américas. Confira.

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