Trigo, soja e milho encerraram o dia em queda
Grãos recuam na Bolsa de Chicago

Depois de registrar quatro dias consecutivos de ganhos na bolsa de Chicago, o trigo encerrou o dia em baixa devido a um movimento de correção técnica. Os contratos para maio do cereal recuaram 1,77%, fechando a US$ 6,9225 o bushel, enquanto os contratos para julho caíram 1,64%, encerrando a US$ 7,0450 o bushel.
Ontem, agências internacionais noticiaram que as tradings Cargill e a Viterra deixariam de exportar grãos do país. Hoje, a Cargill informou que não vai mais originar grãos na Rússia nem comercializá-los no mercado interno, mas vai continuar a vendê-los a partir dos portos do país. O cenário ainda pode mexer com o mercado do trigo no curto prazo.
“Para a atual campanha 2022/23, a expectativa é de que as vendas externas dessas empresas [Cargill e Viterra] totalizem 2,2 milhões de toneladas, o que representa quase 4% de todas as exportações russas”, diz, em relatório, a consultoria TF Agroeconômica.
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Soja
A soja caiu, mesmo com sinais de demanda aquecida. Os contratos para maio fecharam em queda de 0,19%, a US$ 14,7450 o bushel, e os lotes para julho caíram 0,26%, a US$ 14,47 o bushel.
O saldo líquido de vendas de soja por empresas americanas somou 348,2 mil toneladas na semana encerrada em 23 de março, mais que o dobro negociado uma semana antes (348,2 mil toneladas), segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Milho O milho também fechou em queda.
Os papéis do cereal para maio caíram 0,15% em Chicago, a US$ 6,4950 o bushel, e os lotes para julho recuaram 0,52%, a US$ 6,2725 o bushel. O saldo de vendas do milho americano caiu 66,5% na semana encerrada em 23 de março, para pouco mais de 1 milhão de toneladas, segundo o USDA.





















