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Investimentos em startups do agronegócio recuam no mundo

Aportes e número de operações caíram no primeiro trimestre

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Investimentos em startups do agronegócio recuam no mundo

A diminuição da liquidez na indústria de capital de risco reduziu os investimentos em startups do agronegócio no mundo nos primeiros meses deste ano. No Brasil, a situação é um pouco diferente: como no país esse universo de empresas recebe aportes que, em geral, são menores do que os das startups de economias mais desenvolvidas, elas não foram tão afetadas.

De acordo com informações dados da plataforma Crunchbase compilados pela gestora de investimentos The Yield Lab, as empresas iniciantes de base tecnológica dedicada ao agronegócio captaram US$ 1,44 bilhão no mundo no primeiro trimestre deste ano, ou 63% a menos do que no mesmo período de 2022. O número de operações também diminuiu, mas a queda foi menos expressiva – o recuo foi de 3,6%, para 216 aportes. Com isso, o valor médio dos aportes caiu 61,3%, para US$ 6,7 milhões.

Kieran Gartlan, sócio da gestora The Yield Lab na América Latina, explica que o recuo do valor médio dos desembolsos deveu-se à queda dos investimentos em negócios que exigem mais capital, como as fazendas urbanas e as empresas de proteínas alternativas. “Esses segmentos eram hype [tendência], mas a demanda do consumidor não se mostrou tão grande quanto a esperada”, afirma Gartlan.

Segundo ele, esses produtos não estavam resolvendo problemas reais, e por isso foram os primeiros a sentir os efeitos da diminuição da liquidez.

Na contramão, continuam crescendo os aportes em soluções digitais que geram dados para melhorar o uso de insumos, medir o impacto ambiental da atividade agrícola, rastrear produtos desde a origem ou gerenciar melhor o risco na oferta de crédito. O aumento dos juros no mundo também reduziu o ímpeto de investidores de capital de risco.

Os bancos centrais têm elevado as taxas para tentar conter a inflação, o que redirecionou para papéis mais seguros, como os títulos do Tesouro americano, recursos que antes abasteciam a indústria de capital de risco. Gartlan acredita que a qualidade das agtechs brasileiras deve atrair recursos estrangeiros.

“Conversamos recentemente com um fundo americano que tem um cheque de US$ 100 mil para uma startup early stage [empresa mais jovem]. Querem tanto para crescer aqui quanto para levar para lá”, conta. Sócio da gestora KPTL, Renato Ramalho concorda que a crescente demanda global por alimentos e a agenda de descarbonização devem oferecer sustentação ao crescimento das startups brasileiras do agro.

“E isso é bom, porque dinheiro americano, por exemplo, vem com conhecimento de gestão. Afinal, o setor de inovação de lá existe há cinco décadas”, realça ele. Mas, segundo o empresário e investidor, a liquidez não deve ser tão grande quanto a que outros segmentos experimentaram há alguns anos. O gestor da KPTL afirma que o sentimento de risco nos Estados Unidos, Europa e em Israel é maior do que no Brasil. “Não sei se essa onda [de investimentos em starups do agro] será tão grande. Mas até prefiro que seja menor e constante do que um tsunami que vem e vai embora”, afirma Ramalho.

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