Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Bioenergia

Petrobras lança projeto de energia eólica offshore na costa brasileira

Acordo entre a Petrobras e o Senai-RN visa criação de centro de excelência em energias renováveis no Rio Grande do Norte

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Petrobras lança projeto de energia eólica offshore na costa brasileira

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, lançou o “Projeto de Energia Eólica Offshore na Região da Margem Equatorial”, que tem como objetivo mapear o potencial de geração de energia eólica em alto-mar entre o Rio Grande do Norte e o Amapá. O evento ocorreu na última sexta-feira (16)  no auditório da Federação das Indústrias do RN (Fiern), em Natal, onde foram divulgados os primeiros resultados de um estudo sobre o potencial energético ao longo da costa.

“Vamos medir todas essas regiões costeiras para avaliar o potencial eólico marítimo. Isso é de extrema importância para oferecer segurança aos investidores”, declarou o presidente da Petrobras.

Ele ainda afirmou: “Posso garantir que o nosso ambiente marítimo para energia eólica – o que será comprovado por essas medições, que serão apresentadas, começando pelo Porto de Areia Branca (RN) – será o melhor ambiente de investimento do mundo para a energia eólica offshore”.

Durante o evento, Jean Paul Prates assinou um acordo entre a Petrobras e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do RN (Senai-RN) para a criação de um centro de excelência em energias renováveis no Rio Grande do Norte, estado líder na produção de energia eólica.

Prates destacou que o encontro também teve como objetivo formalizar a retomada da presença da Petrobras no estado. Embora a estatal tenha planejado encerrar suas atividades no início do ano, a transferência de funcionários para outros estados foi suspensa e a Petrobras confirmou sua permanência no RN.

“Primeiramente, precisamos restabelecer a presença da Petrobras no RN. Na segunda-feira, estaremos reinaugurando a sede, que agora abrigará a equipe de transição energética, especialmente voltada para a energia eólica offshore no RN. Além disso, temos como segundo objetivo a parceria com o Senai, para reestabelecer essa colaboração histórica”, explicou o presidente.

Nesse novo contexto, o Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) assinou um protocolo de intenções com a Petrobras para o desenvolvimento do centro de excelência em energias renováveis.

Mapeamento

O projeto de mapeamento recebeu um investimento de R$ 5 milhões, provenientes de emendas parlamentares do senador Davi Alcolumbre (AP) e do atual presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, que ocupava o cargo de senador pelo RN.

“Estamos realizando medições na Margem Equatorial, onde já ocorrem atividades petrolíferas, perfuração de poços e diversas atividades costeiras, pesqueiras e marítimas, que precisarão interagir com essas novas atividades. O desafio será desenvolver o país, gerar energia limpa de forma sustentável e integrada com as comunidades”, enfatizou.

Resultados iniciais

Os resultados de um estudo preliminar conduzido por duas empresas especializadas em recursos eólicos também foram apresentados durante o evento. Foram três anos de estudos técnicos e um ano de medições, que avaliaram os ventos em 10 pontos da costa entre o Amapá e o Rio Grande do Norte, a uma altura de até 200 metros.

O estudo apontou que o Rio Grande do Norte tem capacidade para gerar cerca de 51 gigawatts de energia eólica offshore em uma extensão de 50 quilômetros da costa.

Há quase uma década, o RN é líder na produção de energia eólica no Brasil. Por esse motivo, a governadora Fátima Bezerra ressalta o impulso ao desenvolvimento da produção eólica e a combinação da energia eólica offshore com o hidrogênio verde.

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