Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Agronegócio

Produção agroindustrial tem melhor desempenho em 14 anos

A agroindústria brasileira registrou um salto expressivo em outubro, refletindo o aquecimento do mercado interno e o ritmo elevado das exportações. O Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro), da Fundação Getulio…
Produção agroindustrial tem melhor desempenho em 14 anos

A agroindústria brasileira registrou um salto expressivo em outubro, refletindo o aquecimento do mercado interno e o ritmo elevado das exportações. O Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro), da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro), apontou crescimento de 4,2% em relação ao mesmo período de 2023. Com isso, o setor acumulou alta de 2,7% nos dez primeiros meses de 2024, marcando o melhor desempenho desde 2010.

Se mantiver a produção de novembro e dezembro em níveis semelhantes aos de 2023, a agroindústria deverá fechar o ano com a maior expansão em 14 anos, consolidando o crescimento de 2,7%.

Destaques de outubro

  • Produtos não alimentícios: O segmento cresceu 7,4%, impulsionado pelo desempenho da indústria de fumo (+23,1%), que compensou as perdas causadas pelas enchentes de abril e maio no Rio Grande do Sul.
    • A produção de têxteis subiu 10,7%, enquanto os insumos agropecuários cresceram 8,3%, com destaque para defensivos agrícolas e desinfestantes, que avançaram 29,7%.
    • Apesar da recuperação em outubro, a produção de insumos acumula queda de 3,9% no ano devido às margens apertadas no campo e aos impactos climáticos no Rio Grande do Sul.
  • Produtos alimentícios e bebidas: Após dois meses de retração, o segmento voltou a crescer, com alta de 1,4% em outubro.
    • A produção de alimentos de origem animal avançou 3,8%, enquanto a de origem vegetal teve leve alta de 0,4%, interrompendo uma sequência de três meses de queda.
    • Produtos como arroz, conservas, sucos, açúcar e café apresentaram retração, limitando o crescimento da indústria de alimentos de origem vegetal.
  • Bebidas: O segmento recuou 4% em outubro, com quedas tanto na produção de bebidas alcoólicas (-5%) quanto não alcoólicas (-2,9%). No acumulado do ano, porém, o setor apresenta expansão de 2,8%.

Perspectivas para 2025

A recuperação de segmentos estratégicos, como o de alimentos e insumos agropecuários, aliada às perspectivas positivas para a nova safra de grãos, cria um cenário otimista para a agroindústria. Ainda que desafios, como a oscilação climática e os custos de produção, permaneçam no radar, o setor se encaminha para consolidar um dos melhores desempenhos das últimas décadas.

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