Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Piscicultura

Unesp mapeia genoma da pirapitinga para impulsionar aquicultura

Sequenciamento atinge 99,8% de precisão e abre caminho para seleção genética de resistência a doenças, tolerância ao calor e ganho de peso

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Unesp mapeia genoma da pirapitinga para impulsionar aquicultura
Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em cooperação com a Academia Chinesa de Ciências da Pesca, concluíram o sequenciamento genômico da pirapitinga (Piaractus brachypomus) com 99,8% de completude em nível cromossômico. O avanço fornece a base científica necessária para iniciar programas de melhoramento genético de espécies nativas brasileiras, visando aumentar a produtividade e reduzir os custos de manejo na piscicultura.
Gargalos da Aquicultura e Destaques da Pesquisa
  • Dependência de exóticas: Cerca de 65% da produção piscícola do Brasil é composta por espécies não nativas, como a tilápia africana. Atualmente, existem apenas cerca de 10 genomas de peixes nacionais mapeados.
  • Disparidade de mercado: Enquanto a China lidera a aquicultura global com produção superior a 55 milhões de toneladas anuais, o Brasil produz cerca de 792 mil toneladas (equivalente a 1,44% do volume chinês).
  • Parceria internacional: O estudo foi conduzido pela bióloga Ivana Felipe da Rosa durante pós-doutorado na Universidade de Shandong, na China — país onde a pirapitinga brasileira foi introduzida em 1985 e hoje possui grande valor comercial.
  • Aplicações práticas: O “manual genético” permitirá identificar marcadores de rápido crescimento, imunidade contra enfermidades e adaptação a variações térmicas, além de viabilizar o uso de inteligência artificial na seleção de reprodutores.
De acordo com Ivana Felipe da Rosa, bióloga e pesquisadora da Unesp, “o genoma serve como base estrutural para outros estudos. Ele abre portas para compreendermos a localização exata dos genes, suas funções e como atuam em determinados tecidos, permitindo selecionar os melhores indivíduos para a produção comercial.”
Para Diogo Teruo Hashimoto, especialista em genética aplicada à aquicultura da Unesp, “a troca de conhecimento entre a biodiversidade brasileira e a estrutura tecnológica chinesa beneficia os dois lados. O fortalecimento genético de espécies nativas reduz a dependência de peixes exóticos e diminui os riscos ambientais nos ecossistemas locais.”
Fonte: Canal Rural
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