Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Peixes

Novas Espécies de Characidium são descobertas no nordeste brasileiro

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA) identificaram possíveis novas espécies de peixes do gênero Characidium, popularmente conhecidos como charutinhos ou mocinhas. O estudo,…
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Novas Espécies de Characidium são descobertas no nordeste brasileiro

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA) identificaram possíveis novas espécies de peixes do gênero Characidium, popularmente conhecidos como charutinhos ou mocinhas. O estudo, publicado na revista Systematics and Biodiversity, lança luz sobre a diversidade desses peixes na região Neotropical, com implicações significativas para a taxonomia e conservação da fauna aquática.

A equipe analisou mais de 4.400 exemplares coletados em rios do Nordeste brasileiro, abrangendo as ecorregiões da Caatinga Nordeste, Mata Atlântica Nordeste, Drenagens Costeiras, Parnaíba e São Francisco. No total, 15 espécies foram identificadas, das quais dez já eram conhecidas pela ciência, enquanto quatro dependem de análises moleculares adicionais para confirmação. Uma delas é certamente uma nova espécie.

Segundo Leonardo Oliveira Silva, pós-doutorando e autor principal do estudo, espécies de Characidium apresentam uma semelhança morfológica tão grande que a diferenciação só pode ser feita com análises detalhadas. Silva conduziu a pesquisa durante seu doutorado, em colaboração com a professora Angela Zanata, da UFBA. Este foi o maior levantamento já realizado sobre o grupo, utilizando métodos morfológicos e genéticos.

O estudo também revelou discrepâncias genéticas importantes. Por exemplo, foi encontrada uma distância genética menor que 2% entre as espécies Characidium bimaculatum e Characidium deludens, embora apresentem morfologias distintas. Esse achado desafia os critérios tradicionais para delimitação de espécies, evidenciando a complexidade evolutiva desses peixes.

A pesquisa ainda indicou uma conexão genética entre algumas espécies do Nordeste e outras da América do Sul, como as das bacias do Alto Paraná e Tocantins-Araguaia, sugerindo possíveis migrações entre bacias hidrográficas em períodos de conexão.

Com esses resultados, a equipe pretende expandir as análises para rios de toda a América do Sul, com o objetivo de elaborar a filogenia mais completa do gênero Characidium. Graças a colaborações com pesquisadores internacionais, os cientistas estão obtendo amostras de tecidos de peixes de várias partes do continente para resolver questões fundamentais sobre a evolução desse grupo.

Fonte: Unesp/Canal Rural

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