Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
Destaque Todas Páginas

Atividade promissora e organizada

Uma das atividades que mais colaboram para o desenvolvimento do setor pecuário mineiro é a avicultura, que se estabeleceu na metade do século XX em praticamente todas as regiões do Estado.

Compartilhar essa notícia

Redação (02/03/07) – Uma das atividades que mais colaboram para o desenvolvimento do setor pecuário mineiro é a avicultura, que se estabeleceu na metade do século XX em praticamente todas as regiões do Estado com a finalidade de produzir comercialmente carne e ovos para abastecer as populações locais e regionais. Minas Gerais ocupa a quinta posição no ranking dos maiores estados produtores de aves do país. “Minas Gerais teve 271 milhões de frangos abatidos sob inspeção federal em 2005, o que correspondeu a 6,2 % do abate nacional”, aponta Dirceu Talamini, pesquisador Embrapa Suínos e Aves, de Concórdia (SC).

Para 2007, as expectativas são as melhores. Segundo Tarcísio Franco do Amaral, presidente da AVIMIG (Associação dos Avicultores de Minas Gerais), este ano será muito promissor: “As expectativas para 2007 é de aumentarmos 5% na produção, trabalhar melhor o mercado de frangos e ovos e continuar investindo nas medidas sanitárias”, resume. Para Tarcisio, as perspectivas de crescimento do setor em MG é no aumento da produção de avós, matrizes, pintinhos e pintainhas, além do interesse que os produtores têm em ampliar e desenvolver novos produtos para atender as exigências e demandas do mercado interno e externo.

Não é para menos. As exportações do agronegócio mineiro entusiasma seus investidores: até outubro de 2006, a fatia mineira nas exportações representou cerca de 10% do total exportado pelo Brasil. No cruzamento de dados, as exportações totais do Estado, em comparação com as exportações do País mantiveram praticamente a mesma proporção. Estes números, somados a logística conveniente, atraem cada vez mais empresas para o solo mineiro.

No caso da avicultura, que até pouco tempo atrás era caracterizada pelos produtores independentes, o raio-x do setor hoje é outro. Com a chegada dos grandes grupos empresariais que utilizam o sistema de integração e parceria, a atividade mudou seu perfil, especialmente no caso do frango e do peru. E quem apostou na avicultura mineira há algumas décadas, hoje colhe os frutos dos investimentos.

A Sadia foi uma das que acreditaram no mercado mineiro. Quando chegou a Minas Gerais, grande parte dos avicultores já se encontravam integrados à empresas como Rezende, Pif Paf, DaGranja, Cossisa, Franbom, além da Cooperativa (Cogran), entre outras integrações menores, correspondendo a mais de 60% dos produtores. Houve crescimento de outras integrações na região central como a Nogueira Rivelli, Avivar, Real, Gramado, Ave Nova e hoje mais de 85% são integrados.

Marco Antônio Siqueira, da Sadia, afirma que a aquisição da Rezende teve fortes motivos estratégicos. “Tivemos a oportunidade de investir em ativos de alta qualidade, mão-de-obra especializada, localização geográfica privilegiada que propiciava menor distância para o suprimento de grãos e dos principais mercados nacionais, além do aparato moderno e tecnologicamente avançado da empresa”, enfatiza.  Outro fator que pesou na decisão da Sadia foi a expressiva penetração dos produtos da marca Rezende, até hoje mantida e com significativa participação nos mercados mineiro, fluminense e no Centro-Oeste.

Outro braço forte da Sadia em Minas é a produção de perus. Iniciada em agosto de 2001, a empresa processa diariamente 30.000 cabeças, ou seja, 400 toneladas/dia, através dos seus 295 integrados. As perspectivas da Sadia para 2007 prevêem que os abates de frangos aumentarão de 42,9 milhões de cabeças/ano para 88 milhões/ano. Na linha de perus, o aumento será de 7,3 milhões para 11 milhões de cabeças abatidas por ano.

AveSui Regiões: "O encontro das cadeias avícola e suinícola é aqui!"
Dias 10, 11 e 12 de abril, das 10 às 18 horas
EXPOMINAS – Belo Horizonte – MG
*Entrada Gratuita*
Mais?
www.avesui.com.br

Assuntos Relacionados
AveSuiminas gerais
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343