Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
Destaque Todas Páginas
Empresas

Cobb-Vantress elege uniformidade de machos reprodutores entre pontos essenciais de manejo

Diretor da Cobb-Vantress, Luciano Keske, destaca peito em formato de V e escore de 2,5 a 3,0, além de uniformidade para ter melhor resultado

Compartilhar essa notícia
Cobb-Vantress elege uniformidade de machos reprodutores entre pontos essenciais de manejo

Entregar um macho reprodutor com o peito em formato de V e escore de 2,5 a 3,0 é um dos desafios mais importantes do manejo de machos. E uniformidade é o caminho para atingir este objetivo, afirmou o diretor Associado de Serviço Técnico da Cobb-Vantress na região do Pacto Andino, Luciano Keske, durante a palestra Pontos essenciais no manejo de machos, realizada em sala paralela da Cobb no 14º Simpósio Técnico Acav, em Florianópolis, Santa Catarina. “Uniformidade é a palavra mágica. Os melhores resultados que tivemos vieram de um bom arranque de uniformidade”.

O especialista alertou para a importância de cuidar da quantidade de alimento dessas aves, de controlar o ganho de peso na recria, manter estímulos para machos grandes na 12ª semana, além de atenção com manejos como fleshing e trabalhar para ter uma boa uniformidade. Para Keske, o momento mais desafiador na condução do lote é o período entre a 13ª e a 20ª semana. “A puberdade é a fase que exige mais cuidados e é onde os erros são mais frequentes”.

De acordo com ele, nesta fase o criador deve trabalhar com avaliação de peito. “É importante sempre pegar o macho para ver como está o peito. Devemos trabalhar com escore de 2,5 a 3,0. Este é o objetivo”, salientou o especialista lembrando ainda que uma boa recepção é um dos pontos que podem impactar o desenvolvimento destes animais. “As aves devem estar bem distribuídas, não podem estar amontoadas. É importante ter um programa de abertura de cercado. Errar na recepção, que é o início, vai influenciar negativamente os resultados porque é aqui que está o nosso arranque”, disse alertando ainda para o estresse das aves na fase de formação testicular. “Estresse entre a 13ª e a 28ª semanas pode causar um completo apagão na função reprodutora”.

Keske também apontou pontos importantes na fase de produção. “Temos de estar atentos para ver se o macho não está roubando alimento da fêmea. Também é importante ajustar o espaço de comedouro conforme a idade, ajustar a altura do comedouro, a distribuição de ração, o controle de peso para não haver ganho exagerado e ter controle de peito”.

Oito semanas
Para as primeiras oito semanas, ele destacou, entre os pontos críticos, assegurar um bom desenvolvimento de ganho de peso aos sete dias, realizar a primeira seleção aos sete dias, separando as aves por voracidade e o objetivo de atingir 690 gramas na quarta semana. “Este peso não pode passar de 720, 740 gramas. E também é importante eliminar machos com peso inferior a 20%”.

12 a 16 semanas
Entre a 12ª e a 16ª semanas, o produtor deve ajustar a curva de peso para recuperar a condição corporal dos machos pequenos, acelerar o consumo de ração e observar ganhos de três a quatro gramas por semana a partir da 12ª semana. Além disso, ele destacou a importância do desenvolvimento testicular, de manter estímulos para machos grandes e ter controle de peito entre 2,5 e 3,0 de escore. Já entre as semanas 20 e 24, a busca deve ser atingir uniformidades acima de 93%.

Produção
Controle de peso, alimentação, uniformidade e controle de conformação do macho foram apontados entre os erros mais frequentes na fase de produção. “O principal problema é que os machos se alimentam no período da manhã, quando o produtor não está observando. Aí, o macho rouba ração da fêmea e não é observado. Temos de estar atentos aos pequenos detalhes e entender que o macho que veio da recria só vai piorar na produção, ele não melhora nesta fase. A distribuição de alimento no comedouro passa despercebida, por isso é importante sempre observar se a distribuição de alimento está correta e se o espaço de comedouro para os machos também”.

Spiking e intra-spiking
A partir da 40ª semana há uma redução natural da libido dos animais, por isso é necessário manter esse macho ativo baseado em quilos calorias por quilos de peso vivo. Entre as técnicas eficazes, Keske destaca a intra-spiking e spiking. “Colocar pelo menos 20% de macho novo no galpão. Caso contrário, o mais velho vai dominar o mais novo. O macho spiking deve ter pelo menos 25 semanas e peso mínimo de 4,1 quilos”. A intra-spiking pode ser realizada a cada quatro semanas. “Fazemos uma seleção para separar o macho. Colocamos os machos médios com médios, os leves com os leves e tiramos os machos mais pesados”.

 

Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329