Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Grãos

Soja sobe em Chicago (EUA) após prisão de Maduro

Entenda os motivos da alta da soja em Chicago após a prisão de Maduro. Um evento geopolítico que reverberou no mercado internacional

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Soja sobe em Chicago (EUA) após prisão de Maduro

O mercado de grãos na Bolsa de Chicago (CBOT) reagiu com volatilidade nesta segunda-feira (05) a um evento geopolítico de grandes proporções. A soja interrompeu uma sequência de cinco quedas consecutivas e fechou em alta de 1,55% (cotada a US$ 10,62/bushel) nos contratos de março.

O gatilho não veio do campo, mas da política internacional: a prisão de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, pelo governo de Donald Trump no fim de semana, gerou incerteza global e impulsionou as cotações do petróleo (+1,66%).

Como a Venezuela possui uma das maiores reservas de óleo do mundo (300 bilhões de barris), o temor de instabilidade no fornecimento fez investidores buscarem proteção em commodities energéticas.

Esse movimento contaminou positivamente os grãos. O milho pegou carona na alta do petróleo, já que o óleo mais caro aumenta a competitividade do etanol, e subiu 1,60% (US$ 4,4450/bushel). O trigo também reverteu perdas e fechou com valorização de 1,18%.

Apesar da euforia momentânea, analistas pedem cautela. Enílson Nogueira, da consultoria Céleres, explica que a alta é fruto de um fator macroeconômico e não de fundamentos de oferta e demanda. “A soja é afetada por fazer parte de uma cesta de commodities que é favorecida na volatilidade”, afirma.

A tendência de médio prazo continua sendo de pressão baixista: com as safras do Brasil e Argentina caminhando para uma boa produção e aumento de área, o cenário fundamental deve voltar a ditar os preços para baixo assim que a poeira geopolítica baixar.

Referência: Valor Econômico

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