Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Biocombustível

Biocombustível paulista abastecerá aviação

Duas empresas de bioenergia instaladas no Interior Paulista estão perto de produzir combustível para a aviação civil tendo a cana-de-açúcar como matéria-prima.

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Biocombustível paulista abastecerá aviação

Duas empresas de bioenergia instaladas no Interior Paulista estão perto de produzir combustível para a aviação civil tendo a cana-de-açúcar como matéria-prima. A Amyris, instalada em Brotas, perto de Bauru, desde dezembro de 2012 utiliza o caldo de cana e linhagens de leveduras geneticamente modificadas para produzir o farneseno, uma substância que depois de um processo de hidrogenação se transforma no bioquerosene. Trata-se de um produto líquido feito a partir do caldo de cana com o uso de linhagens de leveduras Saccharomyces cerevisiae. Esses microrganismos transformados atuam no processo de fermentação e levam à produção do farneseno, e não do etanol. A partir desse produto será possível, por processos de refino específicos, fabricar tanto o bioquerosene como produtos para a indústria química ou, ainda, o diesel que foi o primeiro alvo da empresa no Brasil.

Bioquerosene – A outra empresa é a Solazyme instalada desde 2011 em Orindiúva, na região de São José do Rio Preto, num acordo comercial com a Bunge. Ela utiliza algas e caldo de cana para produzir um óleo primordial que, depois de um processo de craqueamento semelhante ao do petróleo, é transformado em bioquerosene com as mesmas especificações do querosene usado em aeronaves.

Pesquisa – Essas informações estão na edição de julho da Revista Pesquisa, da Fapesp (Fundação para o Amparo da Pesquisa no Estado de São Paulo), que acaba de ser publicada. Amyris e Solazyme fizeram parte de um grupo de 33 parceiros, entre empresas e instituições de pesquisa, que participaram do estudo “Plano de voo para biocombustíveis de aviação no Brasil”, patrocinado pela Embraer e pela Boeing, financiado pela Fapesp e coordenado pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Tendência – De acordo com a revista Pesquisa da Fapesp, a aviação comercial deverá reduzir em 50% as emissões de dióxido de carbono (CO2) até 2050 em relação ao que foi emitido pelos motores de aviões em 2005. Para isso, um grande esforço de pesquisa e desenvolvimento está sendo feito em vários países por instituições e empresas no sentido de alcançar um querosene não mais produzido de petróleo, mas de origem renovável, que lance menos gases nocivos na atmosfera. O bioquerosene tem grandes chances de levar o Brasil a novamente se tornar um centro de referência mundial importante para o desenvolvimento e produção de um biocombustível como foi com o álcool e o biodiesel, diz a reportagem.

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