Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Termogeração

Consumo de gás natural recua 11% em São Paulo no primeiro bimestre de 2017

Com o aumento da geração hidrelétrica, o uso menos intensivo das termelétricas no Estado resultou na retração do consumo de gás

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Consumo de gás natural recua 11% em São Paulo no primeiro bimestre de 2017

O Boletim Energético da Secretaria de Energia e Mineração de São Paulo, divulgado nesta segunda-feira, 10 de abril, registrou no primeiro bimestre de 2017, um consumo de 756 milhões de metro cúbicos (m³) de gás natural no Estado de São Paulo, quantidade 11,25% menor que o verificado nos mesmos meses de 2016, quando atingiu 851 milhões de m³.
A maior queda no consumo de gás natural no Estado foi registrado no setor de termogeração que passou de 112 milhões de m³ no primeiro bimestre de 2016, para 3 milhões de m³, uma queda de 97,3%.

Para João Carlos Meirelles, secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, “a recuperação dos reservatórios com o regime de chuvas mais intenso no ano passado, fez com que as atividades das termoelétricas diminuíssem seu ritmo. Já nos demais setores a situação foi inversa, apresentando aumento no consumo do gás, o que representa uma expansão do gás natural na matriz energética paulista”, explica.

Ao contrário do setor de termogeração, a cogeração de energia elétrica (sistemas de geração distribuída de energia elétrica) apresentou um crescimento de 11,6%, passando de 44 milhões de m³ no primeiro bimestre de 2016 para 49 milhões de m³ em 2017.

As residências apresentaram no período um aumento de 9,4%, com quase 36 milhões de m³ consumidos, o setor comercial teve elevação de 8,3%, com 23 milhões de m³ e o setor automotivo um acréscimo de 3%, com 34 milhões de m³ de gás natural.

A indústria, setor que mais consome gás natural no Estado de São Paulo, praticamente manteve seu consumo estável, com aumento de 0,4%, totalizando 610 milhões de m³ consumidos nos dois primeiros meses deste ano.
Em 2016, os paulistas consumiram 5 trilhões de m³ de gás canalizado, contra 6 trilhões de m³ em 2015.

Sobre o Boletim Energético

O Boletim reúne mensalmente informações de eletricidade referentes aos sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, além de gás canalizado e derivados de petróleo no Estado de São Paulo, com análises, quadros evolutivos e gráficos.

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