Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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COP27

SP defende fomento da bioenergia e do etanol de segunda geração na COP 27

Secretário Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente afirmou que a bioenergia e o etanol de segunda geração são essenciais para a transição energética

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SP defende fomento da bioenergia e do etanol de segunda geração na COP 27

O governo de São Paulo defendeu que o mundo deve fomentar o uso de bioenergia e do etanol de segunda geração. A afirmação ocorreu durante palestra no Climate Action Hub, na COP 27, realizada em Sharm El Sheik no Egito.

“A bioenergia e o etanol de segunda geração são essenciais para a transição energética e descarbonização, pois aumentam a oferta de biocombustíveis e reduzem as emissões de carbono” afirmou o Secretário Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente, Fernando Chucre.

O etanol de segunda geração (também conhecido como etanol celulósico) é gerado a partir dos subprodutos da produção de etanol e açúcar (palha e bagaço) e possibilita um incremento da produção do biocombustível em até 50%, sem aumento da área cultivada. Além disso, sua utilização promove uma redução de emissões superior a 90% quando substitui a gasolina.
 
“A utilização do etanol celulósico atrai investimentos para o campo, contribui com o aumento da eficiência da cadeia produtiva e estimula a economia circular, ao mesmo tempo que amplia a oferta nacional de biocombustíveis e substitui a gasolina em veículos leves, acelerando a descarbonização”, finalizou Chucre.

No Estado de São Paulo, com uma planta dedicada à produção do etanol de segunda geração em operação, três em construção e outras cinco novas unidades recentemente anunciadas, a Raízen, empresa brasileira de produção e comercialização de etanol, açúcar, combustíveis e bioenergia, é a única produtora de E2G em escala industrial do mundo.

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