Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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BIOENERGIA

Brasil bate recorde na produção de energia renovável

Ao todo, 93% da eletricidade produzida no país teve como fontes as hidrelétricas, os parques eólicos, as fazendas solares e as usinas que utilizam a biomassa

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Brasil bate recorde na produção de energia renovável

Em 2023, 93,1% de toda a energia elétrica produzida no Brasil foi de fonte renovável, conforme registrado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que analisou os dados desde 2013.

No ano passado, o país gerou um total de 70.206 megawatts médios de energia através de suas usinas hidrelétricas, eólicas, solares e de biomassa.

As hidrelétricas, responsáveis por cerca de 58% da capacidade instalada da matriz energética brasileira, geraram quase 50 mil megawatts médios para o Sistema Interligado Nacional (SIN), representando um aumento de 1,2% em relação a 2022.

De acordo com a CCEE, as usinas hidrelétricas encerraram 2023 com níveis de reservatório satisfatórios, proporcionando certo conforto para o período seco de 2024, devido ao cenário hídrico favorável nos últimos dois anos e ao uso complementar de fontes alternativas, como a eólica e a solar.

Os parques eólicos e fazendas solares produziram cerca de 13 mil megawatts médios, registrando um aumento de 23,8% em comparação com 2022, impulsionado pelas condições climáticas favoráveis, especialmente na produção de energia solar. A entrada de novas usinas no SIN também contribuiu para o aumento da capacidade instalada, ultrapassando os 42,6 mil MW, equivalente a três vezes a capacidade de Itaipu.

A geração de energia a partir da biomassa, principalmente do bagaço da cana-de-açúcar, também aumentou em 9,6% em relação a 2022, atingindo 3.218 megawatts.

A Agência Internacional de Energia (AIE) divulgou em janeiro que as fontes limpas de energia devem suprir toda a demanda adicional por eletricidade nos próximos três anos, destacando o rápido crescimento das energias renováveis.

Alexandre Ramos, presidente do Conselho de Administração da CCEE, comenta que o crescimento das fontes renováveis impulsiona o emprego, a renda e contribui para a meta de descarbonização do Brasil, além de ser uma vitória para o meio ambiente. Ele também ressalta o papel destacado do Brasil na transição energética global e o potencial para novos negócios sustentáveis, como o hidrogênio de baixo carbono.

O levantamento da CCEE mostra que a capacidade instalada do segmento de micro e minigeração distribuída, que inclui os painéis solares instalados em residências e estabelecimentos comerciais, cresceu 42,5% ao final de 2023, atingindo 25.818 MW. A geração total em 2023 foi de 4.140 megawatts médios, um aumento de 63,9% em relação a 2022, concentrando-se principalmente em Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

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