Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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hidrogênio verde

Hidrogênio verde: entenda como o combustível do futuro é produzido

hidrogênio verde é produzido através de um modelo de extração que utiliza a água como fonte para a matriz energética.

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Hidrogênio verde: entenda como o combustível do futuro é produzido


O Rio Igaraçu, afluente do rio Parnaíba, no norte do Piauí, será a principal fonte de água para o complexo que iniciará a produção de hidrogênio verde no estado. O hidrogênio verde é produzido através de um modelo de extração que utiliza a água como fonte para a matriz energética.

O processo de produção ocorre na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) em Parnaíba, onde uma central industrial recebe a água do Rio Igaraçu. O Núcleo de Formação e Pesquisas em Energias Renováveis (NUFPERPI) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) realiza pesquisas sobre essa matriz energética, explorando a obtenção de hidrogênio verde a partir de mananciais do estado.

O método envolve a utilização de um reservatório com placas, onde a água é submetida a uma corrente elétrica de alta intensidade. Essa eletrólise, um processo eletroquímico, separa os elementos que compõem a água, liberando hidrogênio e oxigênio em eletrodos diferentes, que podem ser capturados e armazenados.

O pesquisador Bruno Vasconcelos do NUFPERPI destaca que a energia utilizada para quebrar as moléculas da água é gerada por fontes limpas, como vento ou sol. O hidrogênio resultante pode ser armazenado e aplicado em diversos setores, como indústria, mobilidade leve ou pesada, podendo ser utilizado como combustível. Além disso, o hidrogênio pode ser convertido em outros produtos, como metanol ou amônia, para exportação.

O coordenador Juan de Aguiar, do Núcleo de Estudos em Energias Renováveis (Fapepi), explica que o hidrogênio verde produzido no Piauí terá várias aplicações, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do estado e impulsionando a matriz energética com fontes renováveis.

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