Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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FAO

Biocombustíveis não podem prejudicar produção alimentar

Diretor da FAO, José Graziano, afirma que a ONU ainda deve estudar a situação dos países interessados em produzir biocombustíveis.

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O diretor da Organização para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva afirmou que a ONU ainda deve estudar a situação dos países interessados em produzir biocombustíveis. Segundo ele, a produção não pode afetar a segurança alimentar das nações.

O cultivo de biocombustíveis é um tema polêmico, pois a sua produção pode causar a perda de terras cultiváveis e diminuir a produção de alimentos.

Graziano citou, em entrevista à Rádio ONU, um estudo realizado pela Comissão Econômica para a região, Cepal, feito na América Latina, sobre o impacto da produção do etanol.

“Nós precisamos, caso a caso, ver que países podem ou não produzir biocombustível sem que isso afete a segurança alimentar, porque a segurança alimentar deve ter sempre prioridade. No caso da América Latina, nós fizemos um estudo detalhado e chegamos à conclusão que somente quatro países da região podem expandir a produção de biocombustível sem colocar em risco a segurança alimentar. São eles: a Argentina, o Brasil, a Colômbia e o Paraguai, que também é um grande produtor de grãos.”

José Graziano explicou que nem todo biocombustível é prejudicial. O produzido pela cana-de-açucar, feito no Brasil, é sustentável. No entanto, o biocombustível baseado no milho, e produzido largamente nos EUA, é o que mais preocupa a FAO.

“Tem biocombustível que impacta na segurança alimentar e tem biocombustível, que além de não impactar na segurança alimentar, permite gerar novas fontes de renda para os agricultores nos países em desenvolvimento.”

Com o fim do subsídio para os produtores nos EUA, o diretor espera que a produção de biocombustíveis prejudiciais ao meio-ambiente, diminuam nos próximos anos.

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