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Meio Ambiente

Dejetos de suínos se transformam em biogás para gerar energia limpa

O pioneiro foi o produtor rural José Carlos Colombari. Ele cria 5 mil animais e, como os vizinhos, trocou mau cheiro e poluição por dinheiro.

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Dejetos de suínos se transformam em biogás para gerar energia limpa

A importância das usinas nucleares para o Japão foi abordada na série sobre a produção de energia que o Jornal Nacional está exibindo esta semana. Na reportagem desta sexta-feira (8), os repórteres Alberto Gaspar e Américo Figueiroa mostram a eletricidade que vem do campo.

“Nunca o coco do porco valeu tanto”. Seu Eldo ri, mas está falando sério. Ele e outros criadores de suínos de Marechal Candido Rondon encaminham os dejetos para biodigestores, onde eles se transformam em gás: biogás.

Ao longo de 25 quilômetros de estradinhas, existe um pequeno gasoduto subterrâneo. Ele passa por 33 propriedades e recebendo o biogás que elas produzem, que depois segue para o destino final.

Uma pequena usina termelétrica onde vira energia está prontinha para ser incorporada à rede pública.
 
“É pouco se você medir o quilowatt é muito se você medir em desenvolvimento. Isso daqui equivale a um poço de petróleo para a comunidade que está envolvida nela. Para poder fazer a sustentabilidade ambiental e a segurança energética deles”, diz Cícero Bley Júnior engenheiro agrônomo.

O pioneiro foi o produtor rural José Carlos Colombari. Ele cria 5 mil animais e, como os vizinhos, trocou mau cheiro e poluição por dinheiro. A primeira nota fiscal de venda de energia virou troféu.

“Futuramente, a gente quer produzir 300 quilowatts por hora para ter um faturamento de R$ 30 mil por mês só com a produção de energia dentro da propriedade”, conta José Carl s Colombari produtor rural.

Além de adoçar a vida e mover veículos, a cana-de-açúcar também acende lâmpadas. Ao todo, 5% da energia elétrica brasileira são gerados a partir dessa biomassa. Em termos estratégicos, um complemento ideal para o sistema hidrelétrico.

A safra da cana coincide com o período de seca. A queima do bagaço começou para suprir as próprias usinas, até virar um negócio à parte.

“Em uma usina, em média, um terço é utilizado para consumo próprio. Outros dois terços são exportados para ao sistema nacional”, revela o diretor de bioenergia Juliano Junqueira do Prado.

A produção de açúcar e álcool já foi considerada um grande vilão ambiental: pelos rejeitos das usinas, hoje mais controlados, reaproveitados; pelas queimadas nas lavouras, cada vez mais raras – elas servem para eliminar a palha e abrir caminho para os cortadores no meio do canavial.

Com a colheita mecanizada, a palha, que antes simplesmente ia pelos ares em forma de fumaça, fica na terra. A própria máquina faz a separação, recolhendo só a cana. A palha tem uma importância: serve para fertilizar e para proteger o solo. Mas essa biomassa também começa a ser levada para as usinas, junto com a cana, para gerar ainda mais energia elétrica.

“Como dizemos, da cana só não aproveita o berro; o resto se aproveita tudo. Até porque cana não berra. Então, tem que aproveitar tudo”, explica Lourival Carmo Monaco Jr., engenheiro agrônomo.

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