Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Portos

Emenda à MP dos Portos não implica comprometimento político, diz Ideli

Governo nega que tenha recuado pela pressão do PMDB na negociação para aprovar a Medida Provisória.

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Emenda à MP dos Portos não implica comprometimento político, diz Ideli

A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, negou na noite desta quarta-feira que o governo tenha recuado e acatado uma das emendas defendidas pelo PMDB, que trata da regra sobre a prorrogação de contratos de arrendamento firmados depois de 1993, quando entrou em vigor a Lei dos Portos.
 
Segundo a ministra, o objetivo da emenda aglutinadora apresentada nesta tarde no plenário da Câmara foi derrubar outras três emendas aglutinadoras e outros dois destaques que estavam na lista para serem votados.
 
A emenda do governo, que foi aprovada, determina que os contratos poderão ser prorrogados “por uma única vez e pelo prazo máximo previsto em contrato”, desde que o arrendatário se comprometa a fazer novos investimentos. A emenda, que era uma das principais modificações defendidas pelo líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), tornava esse item obrigatório. O governo resistiu até agora à mudança, mas acabou cedendo, parcialmente, tornando a decisão facultativa, e não obrigatória.
 
A aprovação não significa, porém, que esse texto não venha a ser vetado pela presidente Dilma Rousseff. “Nossa emenda não implica em comprometimento político. O que fizemos foi um acordo de procedimento, havia uma inflação de emendas. Então chegou a hora de dar um tranco, de fazer um freio de arrumação”, disse Ideli ao Valor PRO.
 
A emenda apresentada pelo governo tem sido alvo de fortes acusações por parte da oposição desde o início da tarde. O governo é acusado de defender exatamente aquilo que, até então, vinha combatendo de todas as formas possíveis.  No plenário, o líder do PR, Anthony Garotinho (RJ), pediu que Dilma vetasse a própria emenda.
 
Dez horas depois de iniciada a votação da MP dos Portos, ainda não há previsão sobre o horário que a sessão terminará. O governo ainda acredita na possibilidade de que a votação seja encerrada até a meia-noite de hoje. A audiência para apreciar a MP dos Portos no Senado está marcada para esta quinta-feira, às 11h.

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