Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,15 / kg
Soja - Indicador PRR$ 139,21 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 146,34 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 4,95 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,55 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,70 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 142,88 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 147,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 159,32 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 134,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 149,21 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,19 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,21 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.414,35 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.321,52 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 145,03 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 151,74 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 160,52 / cx
Destaque Todas Páginas
Empresa

Solazyme inicia produção para atender Unilever

O açúcar da usina será a matéria-prima para alimentar as algas na produção dos óleos.

Compartilhar essa notícia

A Solazyme prevê iniciar a produção de óleos renováveis a base de microalgas em grande escala no Brasil no primeiro trimestre de 2014. O investimento de US$ 150 milhões na fábrica instalada em Orindiúva, na região de São José do Rio Preto, a 500 quilômetros de São Paulo, está praticamente concluído e a expectativa é produzir 10 mil toneladas de óleos no primeiro ano de atividade para atender contrato fechado com a Unilever. A fábrica é a primeira do grupo americano no mundo a produzir em escala comercial e tem capacidade instalada para 100 mil toneladas anuais. A expectativa é atingir esse volume já em 2015.

O projeto é da Solazyme Bunge, uma joint venture em partes iguais firmada em 2011 entre a americana, fabricante de óleos renováveis, e a Bunge, do setor de alimentos e agronegócios. A fábrica foi instalada em Orindiúva em uma área contínua à usina Moema, que a Bunge tem na cidade. O açúcar da usina será a matéria-prima para alimentar as algas na produção dos óleos.

De forma bem simples, Walfredo Linhares, gerente-geral da Solazyme Brasil, explica que a tecnologia consiste em usar o açúcar para “engordar” as algas geneticamente modificadas para que acumulem gordura. Depois essa gordura é extraída para produção dos óleos. Enquanto uma alga em estado natural tem concentração de 5% a 10% de gordura, o processo industrial pode elevar essa concentração a até 80%. “O desafio é alcançar em escala comercial o que produzimos nos laboratórios.”

O uso da biotecnologia permite desenvolver um óleo específico para a necessidade de cada cliente. A diferença básica está no tipo de microalga usada em cada linha de produção. Linhares acredita que os setores de alimentos, higiene e limpeza e cosméticos têm o maior potencial para esse tipo de produto.

“Nosso objetivo é produzir óleos similares aos vegetais com características que possibilitem avanços [para a indústria] que os outros óleos não permitem. E isso sob medida para cada cliente”, diz o executivo. O óleo que será fornecido à Unilever é resultado de cinto anos de pesquisa e será usado para mudanças em produtos de higiene já fabricados pela multinacional. Linhares não dá mais detalhes sobre o projeto e o valor do contrato, mas informa que o óleo vai melhorar a performance de produtos que a Unilever já tem no mercado.

Apesar de ser uma tecnologia nova – mesmo nos Estados Unidos a Solazyme só produz esses óleos para testes em volumes pequenos – a empresa acredita que não terá dificuldades para atingir as 100 mil toneladas em 2015. Parte dessa produção será exportada para Europa e Estados Unidos.

Além das características técnicas, Linhares diz que os óleos têm ainda um apelo ambiental. A produção está na cadeia de valor da cana-de-açúcar, com emissão de carbono muito baixa. E a biomassa residual pode ser usada na produção de plásticos, por exemplo.

Assuntos Relacionados produção
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 66,15
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 139,21
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 146,34
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 7,33
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,10
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 4,95
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,55
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,56
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 4,70
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 142,88
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 147,84
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 156,55
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 159,32
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 134,45
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 149,21
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,19
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,21
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.414,35
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.321,52
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 175,17
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 145,03
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 151,74
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 160,52
    cx

Relacionados

SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328